Natalia narrando — Vespa já pôs um fim em Pinguim. Você já cobrou a v***a da Raquel. Agora, é a minha vez… — Eu dou mais um passo à frente, os meus olhos fixos em Tubarão. — Hora de de acabar com a pessoa que mais me machuco. Que destruiu minha família. Tubarão, que até então parecia inabalável, tensiono os ombros. Eu sorrio de novo, mas dessa vez, não havia diversão. Apenas a promessa de um acerto de contas que ninguém mais poderia impedir. Eu inclino a cabeça levemente e minha voz soou fria como lâmina: — Me diz, Tubarão… como é morrer pelas mãos da filha do homem que você matou por inveja? – pergunto. Tubarão riu. Um riso seco, debochado, que ecoou no espaço da salinha. Ele ergueu o queixo, os olhos carregados de desprezo. — Seu pai… ah, ele gritou tanto… — A voz dele era um vene

