QUARENTA E SETE.

1150 Palavras

VINCENZO Atirei. Atirei e acertei. Eu não podia simplesmente ver aquele lunático de merda atacar minha mulher e filha e não fazer nada. Atirei e quando o desgraçado caiu no chão, eu estava pedido a Deus que ele não tivesse morrido, por que eu ainda iria o fazer sofrer de todas as formas até ele não aguentar mais e implorar por sua morte. - Cassy! - chamei e ela virou o rosto pra mim, ela estava chorando, assim como Antonella. Me aproximei dela e abracei as duas com força. - Esta tudo bem agora. Não se preocupe. Alessandra a levou para o carro, antes de ir com elas, eu precisava dar algumas ordens aos meus homens. - Levem esse desgraçado para a masmorra - disso a um dos meus homens de confiança. - Não deixem que ele morra até eu chegar, caso contrário vou descontar minha raiva em todo

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