O silêncio na sala foi cortado apenas pelo som do gemido agonizante de Cristiano no chão. Malagutti respirava fundo, tentando conter o ódio que fervia nas suas veias. Cada fibra do seu ser gritava para que ele esmagasse aquele verme ali mesmo, mas Max estava certo — o verdadeiro castigo estava apenas começando. — Onde estão? — perguntou Malagutti, a sua voz saindo baixa, mas carregada de uma ameaça mortal. Todos podiam ver o quanto o homem estava fora de si e compreendiam bem o que ele estava sentindo naquele momento. — No meu galpão — respondeu Max, cruzando os braços. — Presos, amarrados e esperando por você. Malagutti assentiu lentamente, um sorriso sombrio se formando nos seus lábios. Ele se virou para Cristiano, que tentava se arrastar para longe, deixando um rastro de sangue no ch

