Maria toma café calmamente, o fato de esperar qualquer resposta sobre o processo a deixa apreensiva, mas prefere confiar no homem que vem lhe ajudando há anos, mesmo sabendo que Patrício é contrário a muitos desejos seus, como esse, mas o advogado não tem como entender. Ela precisa do neto, precisa se sentir amada, sabe que a filha a rejeita, com razão, ela tem que admitir, ainda que tenha agido com boas intenções, segundo seus pensamentos, ainda assim ela compreende que pode ter exagerado, mas agora é tarde, ela já iniciou o processo, nem que isso custe a filha a odiar para sempre, essa é a única forma de tê-la de volta, tendo Pedro Henrique, terá Raquel. Concentrada nesse tipo de pensamento nos últimos dias, ela tenta imaginar também como seria ter o garoto correndo pelo co

