Prólogo lV

1998 Palavras
Barão (Breno) Cheguei no baile naquele pique, tudo tranquilão. Encontrei o Pitibull na entrada do baile e ele quis dar início a aposta, mas na moral tava meio afim de pegar ninguém não, só que aposta é aposta tá ligado né. Subi pro camarote, acendi um baseado e peguei meu copo com whisky, fiquei marolando na grade olhando o movimento pra avistar alguém do meu interesse, pow ia pegar piranhä de todo dia não, ia dar uma inovada no meu cardápio hoje pra meu anúncio ser aquelas coisa. Pitibull chegou em mim e deu o papo que tava com uma loirinha, mina deu um sorriso quando dei uma encarada nela. — Se deixar mina da pra nois dois — ele deu uma risada e eu neguei — Pow essa é a segunda que pego, já dei uns pega na amiga morena dela lá em baixo e agora quero investir nas duas juntas — deu risada e fiquei de marola olhando lá pra baixo Minha atenção foi toda numa morena, mina tinha o cabelão batendo na b***a chega brilhava de longe, a pele branquinha que se eu encostasse nela ia deixar a marca da minha mão certinha, passou mil fita na minha mente. Mina tinha maior postura tá ligado, seu rosto não me era estranho e quando vi junto com a Júlia e o viadinhø do mercado, ai tentei puxar na mente quem era, mas tava fodä. — Caralhø, vai comer a mina só de olhar — zombou Pitibull — Vai lá pow, maceta ela que o poze já já vai entrar — sai da grade pensando se descia ou não — Porrä vou mermo — só dei mais uma olhada e vi a oportunidade perfeita, tava indo pro banheiro — Vai lá e bora que esse baile tá uma uva — fez um gesto com a mão virando as costas Fui indo em direção a escada quando fui parado pela Luana. — Bora finalizar a noite comigo hoje? — chamou e neguei — To afim não Luana, vaza — ela fingiu mágoa e não soltava meu braço — Solta pørra! — Mandei e ela soltou rapidamente — Vou ficar esperando se mudar de ideia — disse e vi a Natália vindo na minha direção — Vaca — rugiu — Pode parar de treta, vou quebrar as duas na porrada de ficar de briga na quebrada, tão avisada — escutei Luana bufar e sair batendo o pé — Vai subir depois? — tombei a cabeça pro lado — Não sei pow, curte o show e se pá fecho minha noite contigo — ela abriu um sorriso — se deixar a Luana ir junto — fechou a cara e sai descendo as escadas com um sorriso debochado no rosto [...] Parei a moto num motelzinho maneiro perto da favela, ia desenrolar e depois deixar a mina aqui na anunciação no baile, todo mundo achava que era o Pitibull que ia assumir, mas pow nós dois era colado lado a lado. Dei mancada com a mina que parecia maior inocente, só falei que ia voltar pro baile com ela pra ficar sussa de encontrar seus amigos de novo, mas mina devia tá de marola e ter um celular com ela, que se virasse também pow. Vim sem capacete mermo já que a milícia é bem paga pra ficar bem longe do morro, BO nenhum. Desci da moto depois dela, vi seu rosto corando e era maior delícia ver ela assim, peguei sua mão entrando no quarto mais caro daquele motel, mina entrou curiosa como se nunca tivesse visto algo assim, deve ser dessas vadià que dá em qualquer beco. — E aí, gostou? — ela sorriu envergonhada assentindo — Primeira vez? — ela virou o rosto pro lado assentindo novamente — Nunca tinha visto nada assim — me encarou com aqueles olhos intensos Me joguei na cama redonda, peguei o controle do ar na mesinha do lado da cama e liguei, ela passou perto do pole dance e a música sexy começou a tocar, ela deu um pulo de susto. Tava toda desengonçada e eu ri. — Para, não foi engraçado — disse bolada e aí mermo que ri — Deita aqui gata — abri o braço com um sorriso malicioso no rosto Ela se aproximou como uma püta mina inocente, deitou no meu braço e ficou igual uma estátua, fiz um carinho nonseu rosto virando de leve pra mim quando nosso olhar se cruzou aí não aguentei não, lasquei um beijão naquela boca vermelhinha que parecia que me chamava. Me ajeitei pra ficar em cima dela, aí começou a ficar intenso pra caralhø, nossas línguas duelavam em um beijo urgente, não era de tá beijando qualquer uma, mas pørra tá valendo a pena beijar essa mina aqui. Puxei a corrente que tinha como alça do seu vestido, desceu devagarinho e não soltava a boca dela, quando vi já tava com um peito pra fora e minha mão grudou nele massageando, desci a boca pro seu pescoço chupando e dando mordidas, escutei seu gemido baixo quando passei a língua no seu mamilø. Olhei pra ela que tava gemendo com os olhos fechados, desci uma mão para o meio das suas pernas sentindo a calcinha encharcada, ela fechou as pernas e abri de novo. Tirei a outra alça do vestido querendo ela pelada logo, quando tava com os dois peitøs para fora, fiquei de joelhos no meio das suas pernas tendo a visão dela com o cabelo bagunçado esparramado na cama. Ela abriu os olhos e tentou cobrir os peitøs com os braços. — Deixa assim pow, tô tirando uma foto mentalmente porque püta que pariu que delícia de visão — sorri safado e ela ficou toda vermelha desviando o olhar do meu Tirei minha camisa e ela passou os olhos pelo meu abdômen lambendo os lábios, o olhar de desejo explícito ali. Levantei ainda com os olhos dela grudados em mim quando tirei a calça e fiquei só de boxer branca. Sua cara tava muito vermelha e ela fechou os olhos quando viu que estava olhando ela ali, subi em cima da cama e ela me olhou. — Quer mermo continuar? — perguntei e ela desviou o olhar — Só tô com vergonha, não pode apagar essa luz? — assenti, saindo da cama pra ir até o interruptor e apagando a luz principal Deixei a luz apagada, mas peguei o controle do led que tinha para ligar as luzes da cama, espelho do teto e demais lugares que tinha o led. O quarto estava com uma luz vermelha deixado tudo intenso quando fui pra cima dela novamente e encontrei um sorriso travesso no rosto. Sabrina Souza Ele me beijou deixando o clima quente novamente quando senti suas mãos explorando meu corpo, gemi de entusiasmo quando suas mãos chegaram até minha calcinha e ele parou o beijo gostosø. — Tá toda molhadinha do jeito que eu gosto — falou olhando para sua mão lá em baixo que me masturbava Tirou os dedos da minha bucetä, enfiando na sua boca os chupando. — Senta pra tirar esse vestido — pediu e me acomodei sentada Puxou o meu vestido pra cima me mantendo de calcinha quando puxou minhas coxas me fazendo deitar novamente, dei um gritinho de susto quando foi direto no meu pescoço intercalando com beijos e mordidas. Senti sua boca descendo até meus p****s quando puxou minha calcinha para o lado, introduziu um dedo devagar quando senti um leve ardor que passou a ser gostoso. Gemi descontrolada quando chupou o bico do meu peito e passou os dentes de leve. — Agora quero chupar essa bụceta gostosa — desceu de vez, minha boca abriu e fechou sem conseguir falar um A sequer Tirou minha calcinha com rapidez antes de colocar a boca na minha i********e e chupar com vontade, joguei minha cabeça pra trás sentindo um prazer que nunca senti antes tomar conta do meu corpo. — Isso, goza na minha boca gostosa — pediu e voltou a me chupar — Ahhhh — gemi me esfregando sem pudor no seu rosto quando gozėi Fiquei uns segundos se olhos fechados e sabia que ele já tinha tirado a boca de lá depois de me sugar, senti ele se afastando. Quando abri os olhos ele tava sem cueca com seu paü duro pra fora deitado do meu lado. — Agora é sua vez, me chupa gostoso vem — fez um vai e vem no seu m****o me olhando Virei de quatro engatinhando até ele quando ele pegou no meu cabelo e me puxou para um beijo. Quando me soltou empurrou meu ombros pra baixo, fiquei sentada em cima das minhas pernas e me abaixei até seu paü duro que apontava para meu rosto. Ele ainda se masturbavä quando olhei pra ele antes de colocar minha mão e sentir pulsar na minha mão, repeti o movimento que ele fazia bem devagar. — Porrä vadià, seu olhar inocente tá me deixando estigado pra c*****o, me mama logo — disse com a voz rouca Passei minha língua sentindo um leve gosto salgado, quando resolvi enfiar na boca e desci circulando minha língua, escutei um grunhir rouco dele e soube que tava indo bem. Comecei a sentir até onde iria na minha boca, quando peguei o jeito, ele passou a segurar firme meus cabelos e empurrar até meu limite, quando me puxou. — Não vou gøzar na tua boquinha agora — se esticou até alcançar a calça no chão Ele tirou uma camisinhä do bolso da calça e abriu com o dente, vestindo no seu paü enquanto me encarava deitado, eu comecei a ficar nervosa quando ele se ajeitou na cama. — Vem sentando até tu acostumar, vi que tua bucetinhä é bem apertada — assenti tomando coragem — Tem alguma bebida que posso tomar? — perguntei sem jeito — Pega lá — olhou para o frigobar Sai da cama sob o olhar dele quando peguei uma Ice e coloquei no abridor. Comecei a beber e quando chegou na metade o álcool deu uma adrenalina no sangue, eu sabia que era fraca pra bebida quando lá no baile já tinha pegado rápido. Voltei até ele que tava batendo uma enquanto me olhava, deixei a garrafinha na estante do lado e subi na cama. Sentei no seu colo beijando ele, senti seu m****o pulsar embaixo de mim, dei uma levantada na bundä e com a mão peguei seu paü encaixando certinho, enquanto beijava ele ia descendo devagar até que senti a barreira e travei. Sua mão foi na minha b***a e deu dois tapas fazendo que eu descesse de vez. Meu Deus, como que arde assim? Senti meus olhos encherem de lágrimas e ele começou a se mover lentamente por baixo, beijava ele tentando disfarçar da dor. — Rebola gostoso, se não vou te fudër como eu gosto — disse rouco interrompendo o beijo Comecei a rebolar devagar por conta do ardor que sentia, quando acostumei já tinha passado um pouco e tava gostando da sensação, ele gemia rouco jogando a cabeça pra trás. Fiquei um tempo assim até ele me virar na cama, por cima de mim. — Quero te fudër de quatro — disse olhando nos meus olhos Virei de b***a pra cima e agarrei um travesseiro colocando em baixo do meu rosto e empinei a b***a pra ele. Senti ele atrás de mim quando ele demorou muito olhei para trás, vendo ele olhando pra baixo e depois me olhou. — Te machucou né não? Pow até sangrou ou tá naqueles dias? — certeza que fiquei vermelha — É anh... que... acho que machucou no começo, mas pode continuar se não tiver problema pra você — disse envergonhada de ter sujado ele — De boa, só vou trocar a camisinha — explicou quando tirou aquela que estava Do jeito que tava fiquei, quando fui deitar ele bateu na minha b***a, mandando ficar daquele jeito, o paü dele continuava duro que nem estaca quando meteu em mim novamente.
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