CAIO . . . Nik estava inquieta no banco do carona. Segurei sua mão dando um beijo, seus dedos estavam gelados e rígidos. - Tudo bem? – pergunto assim que Estacionei o carro. Nik respira fundo. - Sim, eu posso fazer isso. Ela olhava fixamente para a grande casa na nossa frente. - Claro que pode vida, você é uma mulher incrível. - Obrigada. – ela desvia a atenção da casa e me dá um sorriso. – Obrigada por estar aqui comigo. - Vamos? – ela apenas assenti. A casa fica em um bom condomínio, era grande e luxuosa, enormes janelas de vidro, a porta deveria ter uns quatro metros de altura, a faixada cinza com arremates branco, bonita, mas ainda assim pareceu um lugar frio e triste. Tocamos a campainha, logo em seguida o que julgo ser o mordomo abre a porta. - Nik. – ele abre um

