Eu ando de um lado para o outro dentro de uma sala, meus olhos ardem de tanto chorar e eu não tenho mais nervos pra isso, não tenho nem mais voz pra explicar pela milésima vez que não havia feito nada contra Catarina. Que eu nem sabia como eu havia parado como a principal suspeita e estava quase indo para um cela. Parecia um sonho muito r**m, do tipo que ninguém quer ter. Nem mesmo eu, que estou quase parindo. - A senhorita pode se acalmar? - Balanço a cabeça, a sala era gelada e sem vida, parecia um daqueles interrogatórios de TV, onde o clima é r**m, tudo tem um grau de tensão e estresse, onde você não é culpado, mas se defende como se fosse. - Vou pedir pra levarem a senhora, acho que tenho o que preciso. - Levar pra onde? - Eu paro no meio da sala e me viro pra ele. Com meus ol

