Desligou o aparelho, jogando-o em seguida em qualquer lugar. Pegou o lençol para limpar seu rosto e de imediato percebeu a pequena mancha de sangue no lençol de elástico que revestia o colchão. Levantou o mais rápido que pode, tirou as bandejas de cima da cama e as colocou sobre o tapete para logo tirar a roupa de cama. Estava tão afobada que parecia delicada feito um elefante. Ninguém poderia ver aquilo, poderia ser um desastre descomunal. Dobrou o lençol, guardou dentro de uma sacola e o escondeu, iria à lavanderia da casa mais tarde. — O que está fazendo? — Virou-se no susto deparando-se com o loiro encostado na porta. — Arrumando a cama — mentiu. — Mas e o resto? Já te disse que você mente muito m*l? — Falou convencido de que ela escondia algo. — Eu estava... — Revirou os olhos. —

