CAPITULO SEIS.

3045 Palavras
Estávamos todos comendo na sala de jantar, tomando café da manhã. - Eu preciso ir na casa da minha irmã, ela deve estar muito preocupada. – Falo chamando atenção deles. - Tudo bem, nós vamos a deixar resolver suas coisas. - O Namjoon responde bebendo um pouco do seu café. Dou um sorriso e volto a comer. – Quando termino de comer me levanto indo até a cozinha procurando remédio para dor de cabeça. – Pego o remédio que tinha encontrado e coloco o comprimido na boca e bebo água. Volto para sala de jantar e eles me olham. - Só fui beber remédio de dor de cabeça. – Respondo me aproximando do Jin sentando em seu colo. – Eu vou indo, tenho que resolver muitas coisas. – Dou um beijo na testa do Jin e me levanto. - Tudo bem, o motorista estará lhe esperando para levar você. – O Yoongi fala me olhando. - Tudo bem Yoon. – Falo me levantando do colo do Jin e me despeço dos meninos com selinhos. Vou saindo da mansão e encontro o motorista me olhando. - Bom dia senhorita. – O motorista se curva. - Bom dia. – Me curvo também. - Me chamo Tayle e serei seu motorista. – Da um sorriso. - É um prazer conhecer Tayle. – Retribuo o sorriso. - Vamos? – Pergunta abrindo a porta pra mim. - Vamos. – Entro no carro e o mesmo fecha a porta. Logo entra no carro e da a partida. - Para onde quer ir senhorita? – Pergunta me olhando através do retrovisor. - Quero que me leve para o endereço xxxx na rua xxxxx; - Falo pegando meu celular na bolsa vendo vinte ligações da Marcienny. – p**a merda, estou ferrada. – Sussurro para mim mesma. - Disse algo senhorita? – Pergunta olhando para estrada. - Nada não. – Respondo dando um sorriso fraco. Chegando na casa da minha amiga, o Tayle abre a porta pra mim e logo estende sua mão, pego a mesma e o logo ele me ajuda a sair. - Obrigado Tayle, pode ir, eu vou ficar aqui. – Falo olhando para casa. - Tudo bem senhorita. – O mesmo entra no carro e logo da a partida. Solto um suspiro e vou caminhando para casa, pego a chave extra na minha bolsa e logo abro a porta vendo a Marci chorando no sofá. - Marci. – Sussurro e logo a mesma me olha com seus olhos inchados e vermelhos de tanto chorar. - Elisa! – A mesma corre até mim, logo a mesma me abraça chorando em meu ombro. – Sua p**a, onde você estava vagabunda? – Pergunta soluçando. - Eii Marci se acalma. – Faço carinho em seus cabelos. – Eu na verdade fui seqüestrada mais..... - Meu Deus. – A mesma me interrompe. – Como conseguiu fugir? – Pergunta me olhando após ter separado o abraço. - Maninha, eu fui seqüestrada por eles. – A mesma me olha com uma cara de confusa, mais logo me olha com os olhos arregalados. - O que!!? – Pergunta assustada. – Você não transou com eles, né? – Olha em meus olhos, logo desvio os olhos no dela, escuto a mesma soltar um suspiro de frustração. – p***a ELISA, EU AQUI CHORANDO PENSANDO QUE VOCÊ ESTIVESSE MORTA, MAIS NÃO, ESTAVA ERA TRANSANDO. – A mesma me assusta com seus gritos. - Marcienny se acalma. – Tento acalmar a mesma. - ME ACALMAR? VOCÊ NEM SEQUER LIGOU, SUA VACA. – A mesma começa me bater. - Aii Marci, para né. – Começo a correr pela casa com ela atrás de mim. - EU VOU TE MATAR ELISA. – Ela parecia um demônio atrás de mim. Minutos depois. Estava nós duas caiada no chão toda suada e com a respiração ofegante. - E-Eu te odeio. – Fala respirando com dificuldade. - T-Tambem te amo. – Dou uma risada baixa. Escuto sua risada baixa, fecho os olhos e respiro agora calmamente. - E agora? Você vai voltar a morar com eles? – Pergunta de repente. - Não sei, eu amo eles, também amo morar com você, estou confusa Marci. – Respondo olhando para o teto branco. - Se você ama eles Elisa, vá tentar construir sua vida. – Fala com os olhos fechados. – Eu realmente amei morar com você, mais se você quer morar com eles, pode ir, não vou ficar brava, só vou sentir saudades. – Dou um sorriso e abraço ela. - Eu também vou sentir muita falta de você, mais sábado e domingo podemos ficar juntas, eles não vão me impedir de trabalhar na escola com minhas crianças. – Dou uma risada ainda abraçada com ela. - Ta, agora desgruda vai. – A mesma me empurra fazendo eu rir. - Não. – Subi em cima dela fazendo cócegas a fazendo se contorcer de tanto rir. - P-Para sua vaca...Hahaha. – Começo a rir mais ainda, logo paro e saiu de cima dela e ajudo a se levantar. - i****a. – A mesma da uma tapa em meu braço. - Somos duas. – Rimos. Não importa se eu vou embora, nós ainda continuamos irmãs. Para sempre. Nós duas ficarmos discutindo sobre como ia ser nossa vida agora, cada uma seguindo com sua vida, mais continuaremos se vendo nos finais de semanas. – Eu estava pegando os restos da minhas roupas, peguei a mala e desço as escadas vendo Marcienny com sua cara emburrada. - Gata, não fica assim. – Deixo a mala no canto e me aproximo dela me sentando em seu lado. – Nós duas vai poder se ver no final de semana. - Mais nós duas deveríamos ficar junta amiga, mais tudo bem. – Responde com um bico nos lábios. - Deixa desse bico mulher, logo logo você vai arrumar um belo rapaz e vai saber o que eu estou sentindo. – Dou uma risada pela sua cara. - Nunca, Deus é mais. – Responde fazendo cruz com os dedos. - Dramática, agora vem, me da um abraço. – A mesma vira o rosto para o lado. – Marcienny Vitória. – A mesma solta um suspiro e se levanta do sofá. - Bruxa. – Dou uma gargalhada e logo abraço a mesma beijando sua cabeça. - Pequena. – A mesma me da uma tapa no braço. – Eita bicha agressiva. A mesma revira os olhos e dou um sorriso, vou sentir muita falta dela. – Saiu da casa dela com a mala nas mãos e logo vejo o Tayle me esperando, o mesmo vem até mim pegando a mala das minhas mãos e levando até o carro. - Nós se ver no sábado gata. – Abraço ela novamente. – Tchau. - Tchau sua bruxa. – Dou uma risada e vou caminhando para o carro. Entro no carro e aceno para ela e logo o mesmo da a partida, solto um suspiro. - Ta tudo bem senhorita? – Pergunta o Tayle me olhando pelo retrovisor. - Estou sim, só vai ser difícil ficar sem minha psicóloga. – Dou um sorriso e logo para fora da janela cruzando as pernas. - Entendo senhorita. – O caminho para casa foi totalmente um silencio. Fico mexendo no Twitter já que tem nada para fazer, quando de repente escuto tiro batendo no vidro atrás de mim fazendo eu gritar pelo susto. - p***a! – O Tayle rosna de irritação. – Cambio, estamos sendo atacados, repito estamos sendo atacados. – Ele fala com um radio na mão. Logo veio mais um tiro fazendo eu me encolher no banco. - Senhorita se segure firme. – Quando ia perguntar o porque, o mesmo acelera o carro rapidamente. Olho para trás vendo três caras na moto com armas na mão, logo atiram fazendo eu me abaixar na hora, logo meu celular toca e vejo na tela o numero do Jungkook. Ligação. - K-Kook. - Amor você estar bem? - N-Não...Ahhh. Um cara atirou duas vezes mais. - Porra..Namjoon eles estão atirando nela c*****o. Escuto a voz do Yoongi no fundo. - K-Kook. - Estamos indo meu amor.... A ligação cai. - p***a. – O Tayle xingar mais uma vez. – Acertaram o pneu....CARALHO. Só sinto o carro virar, o impactos vem que eu acabe batendo a cabeça no vidro do carro, a dor foi tão grande que minha visão em um momento ficou preta. – A porta do carro foi aberta pelo um homem com mascara, logo o mesmo me puxa fazendo eu gemer de dor, porque o vidro do carro ralou em minha perna. - O mesmo me joga no chão e logo os caras da moto para e descem vindo até mim. - Ela ta viva? – Pergunta uns dos caras da moto. - Estar, mais não por muito tempo, o mestre vai querer ela ainda viva. - O que faremos com o cara? - Pergunta o outro cara que estava na moto. - Simples, matamos. - Fala o cara que me tirou dou carro. - N-Não...T-T-Tayle. - Sussurro baixo me arrastando para o corpo dele descordado. Logo sinto alguém pisando em minhas costas fazendo eu gemer de dor. - Tenha uma boa noite v***a. Logo no vejo mais nada. Acordo com muita dores pelo meu corpo, olho em volta e percebo que estou em algum tipo de galpão todo sujo, que nojo. – Tento me mexer mais acabo soltando um gemido de dor, olho para minha perna vendo que estava cortada profundamente. - p***a. – Gemo de dor e r***o minha blusa e coloco em minha perna, logo a porta é aberta pelo um homem grande e cheio de tatuagem pelo seu corpo. - Que bom quer acordou querida. – Se aproxima me puxando fazendo eu ficar em pé, logo gemo pela grande dor em minha perna. – Oh me desculpe. – Da um sorriso debochado. - Vai tomar no cu. – O mesmo me olha com ódio e acaba me acertando com um tapa fortemente, que me fez cair no chão. - Anda c*****o, o chefe que você ainda viva. – O mesmo me puxa com brutalidade para fora do quarto nojento em qual eu estava. Andava mancando e m*l conseguia acompanhar os passos desse maldito. – O chegando em uma sala, o mesmo me joga no chão, xingo ele mentalmente. - Olá Elisabeth. – Olho para onde vem a voz vendo um homem bem velho. - Q-Quem é você? – Pergunto me arrastando para longe dele. - Oh, prazer querida, me chamo Sebastian. – Ele da um sorriso malicioso. – Sabe, eu fiquei muito decepcionado com os rapazes, eles mentiram para mim dizendo que não sentiam nada por você, mais vejo que sentem. - O que você quer comigo? – Estava muito assustada. - O que eu mais queria, era dormir com você, mais eles aceitaram dormir com minhas garotas. – Arregalo os olhos. - V-Você. – O mesmo da um sorriso malicioso. - Agora você será minha. – Ele se levanta fazendo eu me encolher e tentar me levantar para fugir. - Oh querida, não fuga, eles dormiram com minhas garotas, agora é minha vez de dormir com a garota deles. – O mesmo puxa meus cabelos fortemente fazendo eu gemer de dor. - N-Não...M-Me solta!!! – O mesmo me vira ficando em cima de mim. – N-NÃO..PARA. O mesmo me da um tapa no rosto e aperta meu pescoço. - Cala a p***a da sua boca sua v***a. – Ele rasgar minhas roupas me deixando nua, eu me debatia em seus braços o empurrando, mais ele é muito mais forte que eu. Ele abre seu zíper mostrando seu m****o, as lagrimas já caia sem parar, o mesmo me vira de costa e puxa meus cabelos fazendo eu ficar de quatro. – O medo me tomava na hora, logo sinto seu m****o roçando em minha i********e, eu grito para ele parar e tento me afastar mais o mesmo me puxar para trás fazendo seu p*u me penetrar sem pena alguma. As lagrimas cai, minha i********e estava doendo, eu tentava falar algo mais nada saia da minha boca, pós minha garganta estava doendo de tanto gritar pela dor que estou sentindo, o mesmo não parava de me estocar com força e sem pena alguma. - Ohh que delicia sua v***a. – O mesmo da uma tapa em minha nádega esquerda e continua me estocando. - P-P-P-Para...P-P-Por favor. – Gemo de dor. Ele nem liga e continua estocando e logo retira seu p*u de dentro de mim gozando em cima da minha b***a. – Caiu no chão com tanta dor no corpo. - Que delicia, vou amar f***r você mais ainda. – Da um chute em minha barriga. Logo não vejo absolutamente nada. Acordo com mais dores pelo meu corpo, olho para quarto na qual eu estava antes, logo as lagrimas descem pela minha face. – Eu fui estuprada, já não bastar ter quase morrido e ainda tenho que ser estuprada, m*l estou conseguindo me mexer pela dor em meu corpo, ainda por cima estou com muita sede, minha garganta estar doente e muito por ter gritado pela dor quando aquele infeliz abusou de mim. A porta é aberta pelo mesmo homem que me puxou com brutalidade, ele me olha com um sorriso malicioso fazendo eu me encolher, olho para meu corpo percebendo que eu estava nua, por isso eu estou com muito frio. - O mestre tem razão, seu corpo é lindo princesa. – Ele vem se aproximando de mim. - P-P-Por favor....N-Não.. – Falo em um sussurro pela minha garganta estar doendo. - Cala sua boca v***a. – O mesmo puxa meus cabelos com força fazendo eu gemer de dor mais ainda. – O mestre disse que posso fazer o que eu quiser com você. – Ele solta meu cabelo e puxa minha perna com força me puxando para trás. - P-Para... – O mesmo me da uma tapa na minha nádega esquerda com força fazendo eu soltar um grito abafado. Ele me puxa fazendo eu ficar de quatro. - O mestre disse que você gosta da dor, vamos ver. – Escuto o mesmo retirar seu cinto, tento fugir mais meu corpo estar fraco demais. Sinto uma ardência em minha nádega esquerda e logo em seguida a direita fazendo eu gritar pela dor, logo sinto a cintada em minhas costas que me fez cair no colchão velho na qual eu estava dormindo. – Logo sinto algo me penetrando com força que fez meu corpo ir para frente. - c*****o, como você é gostosa e tão apertadinha. – Ele puxa meus cabelos forte fazendo meu coro doer, ele continua penetrando com força, nem estava sentindo minhas pernas mais, minha i********e estava doendo muito. Escutamos tiros e logo alguém arrombam a porta, o cara para de me penetrar e retira seu p*u de dentro de mim. - FILHO DA p**a. – Alguém grita com o cara, mais logo eu caiu no chão fraca e não vejo nada novamente. P.O.V Min Yoongi. Nós ficarmos o dia todo procurando algo que nos leve até a Elisa, quando chegamos no local de onde o carro estava, encontramos o Tayle morto com um tiro na cabeça e sangue no banco de trás, o desespero tomou conta de nós todos. – Mais não encontramos o corpo dela, então significa que ela ainda se encontra viva. Chamamos nossos melhores hackeadores para rastrear do celular dela ou invadir as câmaras do local onde o carro bateu, para vermos a placa e ir atrás da nossa mulher. - Descobriram a placa? – Pergunto já sem paciência. - Ainda não senhor, estamos vendo o vídeo todo até achar a hora que aconteceu o tiroteio. – Fala o capanga que estar hackeando as câmeras. Saiu da sala que eles estavam e vou ate os meus irmãos que estavam para lá e para cá irritados. - Eles acharam? – O Jungkook pergunta com esperança. - Não. – O brilho em seus olhos sumiu na hora. – Eles estão vendo as câmeras ainda. - O que eles estão fazendo com ela? Eu quero nossa mulher viva. – O Taehyung responde tentando se controlar. - Vamos pensar positivo irmão – O Jin fala tentando ficar calmo, pós eu sei que eles não estar como todos de nós não estamos bem. Me ajunto ao Namjoon que estava bebendo, pego a garrafa de vodka da mão dele e bebo. - Eu juro Yoongi, que se algum deles tocar nela eu mato sem pena alguma. – Fala com odeio. - Eu sei Namjoon, porque eu também me sinto assim. – Dou mais algum cole na bebida quando um dos hackeador aparece. - Senhores encontramos ela, achamos a placa e ela estar aqui. – O mesmo amostra no sinal vermelho em seu celular que estar piscando. - Prepare os capangas, porque vamos matar todos. – O Namjoon fala e logo o mesmo acena com a cabeça. Formos para sala de armas, todos os capangas pegaram suas armas juntos, meus irmãos e eu pegamos coletes e viste-mos. – Saímos da mansão e entramos em nossos carros, os capangas foram na van e alguns nas motos e formos indo no local onde nossa mulher estar. Chegando no local ficarmos escondido, saímos dos nossos carros e os nossos capangas também, entramos já atirando nos seguranças na porta, entramos na mansão e vimos o Victo, o mesmo se assustada derrubando o copo de whisky no chão. - Ora ora, cadê nossa mulher? – Pergunto apontando a arma em sua testa. - E-Eu não sei nada dela, se vocês a perderam não posso fazer nada. – Fala com deboche. Quando ia falar algo uma menina desce assustada correndo até a gente se escondendo atrás do Jimin. - M-Me ajuda...E-Ele estuprou uma garota e eu também. – Logo vem um segurança querendo pegar a garota mais o Taehyung atira na perna dele fazendo ele sai embolando pela escada. - CADE A ELISA? – Ele grita apontando a arma para o segurança gemendo no chão. - E-E-Ela estar no porão. – O Victo tenta sair de fininho mais o Namjoon atira nas costas dele fazendo o mesmo cair gemendo de dor. - VOCÊ TOCOU NELA SEU FILHO DA p**a? – O mesmo grita indo até ele caído no chão vivo ainda. - Q-Que saber, ela é muito gostosinha e apertadinha. – Da uma risada baixa e cospe o sangue no sapato de Namjoon. O Hoseok me empurra e empurra também o Namjoon e da vários tiros na cabeça dele sem pena alguma. – Logo formos indo até o porão, eu arrombo a porta e arregalo os olhos com o que eu vejo. - FILHO DA p**a. – O mesmo se assusta e se retira dentro da Elisa toda fraca, a mesma cai no colchão toda machucado. Vou para cima dele o enchendo de soco na cara, acerto sem parar de jeito nenhum, fico batendo tanto mais tanto que minhas mãos estavam doendo, mais não paro, o rosto do cara estava todo deformado, me levanto de cima dele e retiro minha arma da cintura e atiro em sua cara todas as balas. - DESGRAÇADO. – Rosno de tanta raiva. - Yoongi precisamos levar ela para o medico. – O Jin fala segurando a Elisa em seu colo. Saímos do da mansão dele mais olho para nossos capangas. - Queime esse lugar. – Eu falo indo até o carro. A menina que tinha fugido do segurança, ela estava no carro com os capangas, falamos para deixar ela em nossa mansão. Chegando no hospital formos logo atendidos pelo medico e ficarmos esperando noticia dela.
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