P.O.V SOPHIA: Todo aquele alvoroço me assustou em uma escala inexplicável. Os balões azuis, o bolo com um nome e os pacotes de fraldas jogados a esquerda. Me sentei na escada, e pela cara dos meus pais, eles não esperavam essa minha reação. Algumas pessoas me olhavam e eu só conseguia olhar a barriga da mamãe exposta ali. Subi as escadas mais rápido do que as minhas pernas realmente aguentavam, peguei uma mochila e coloquei algumas roupas. Peguei o meu celular e pulei a janela que dava para uma parte do Jardim. Eu era craque em pular janelas aos meus 15 anos de idade. Fui para a esquina e chamei um uber com o endereço da vovó. Eu estava fugindo dos meus problemas. E mesmo que esse fosse meu maior defeito, era inevitável ficar neste tipo de situação. (...) A minha avó abriu o portã

