Isa Narrando Ele ainda tava arfando do gøzo, deitado todo jogado, mas eu não dei tempo nem pra respirar. — Agora quem manda sou eu, Cartucho… — falei firme, já subindo no colchão, de joelhos, com o olhar cravado no dele. Ele sorriu de canto, língua passando nos lábios, ainda suado. Eu empurrei o peito dele com as duas mãos. — Deita de barriga pra cima, vai… confia em mim. — Ihhh… ela quer jogo. — ele riu, mas deitou como eu mandei, todo obediente. — Jogo não, meu bem… isso aqui é domínio. — sussurrei, montando nele de costas, me ajeitando com as pernas abertas, me encaixando na posição que eu queria. — Segura firme e só sente… Me curvei, abrindo mais as pernas e me apoiando nas coxas dele. Comecei a rebolar devagar, sentindo aquele paü duro de novo me preenchendo. A posição deixava

