Os olhos de Jake piscaram surpresos, mas ele não hesitou. Sem pronunciar qualquer palavra, cruzou a soleira da porta, virou-se e trancou-a; voltando-se, atraiu Sarah para si com muito cuidado. — Tem certeza, meu bem? — perguntou num murmúrio inseguro. Seu olhar sondou os olhos dela, uma luz azul que¬rendo saber a verdade. — Sim, Jake. — Sarah passou a língua pelos lábios resse¬quidos pela excitação e estremeceu quando o olhar brilhante de Jake cravou-se em sua boca. — Tenho certeza. As mãos dele moveram-se pelos ombros de Sarah em direção à echarpe, depois sob ela. A macia peça de vestuário escorregou desapercebida para o chão; o paletó de Jake seguiu-a logo depois. Sarah não se moveu. Tudo o que conseguiu foi ficar olhando quando, bem devagarinho, Jake baixou a cabeça. Estremecendo em

