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3593 Palavras

— Oh, filho — Maggie murmu­rou, ajoelhando-se ao lado de Erik assim que Fielder a empurrou para dentro da cabana. O garoto estava sentado com as costas apoia­das na parede, as pernas estendidas e as roupas en­sopadas coladas ao corpo. — Deixe-me ver seu braço. Pensei que você tivesse prometido cuidar melhor de si mesmo. — Embora se esforçasse para falar com na­turalidade, sua voz soava tensa. —  Desculpe-me, mãe. Acho que me esqueci. — Erik tentou sorrir sem muito sucesso, os olhos febris se sobressaindo no rosto muito pálido. — Senti os pontos se abrirem, quando pulei da caminhonete. —  Tudo bem. — Ela passou as mãos pelos cabelos molhados do filho, querendo transmitir calma. — Vou examinar seu braço agora. —  Está doendo. —  Eu sei. — O ferimento sangrava terrivelmente, porém Maggie

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