Capítulo 5

3911 Palavras
Bianca Acordo com a vista embaçada do sono maravilhoso que tive em séculos. Meu Deus, estou perdida!!! Quando me dou conta estou no quarto que é da empresa. Porra!!! Saio de fininho da cama quando percebo que Logan nem ninguém está por perto. Acho um banheiro e me limpo, estou toda suja da noite de prazer que nunca tive com outro homem. Não sou uma menina virgem, mas também não devo ter a experiência que Logan tem. Esse homem sabe de coisas que até Deus duvida, quando me dou por satisfeita pego meu celular e peço um Uber. Só irei voltar para a empresa depois das dez, não estou me sentindo confortável no momento presente. O táxi chega rápido, quando chego em casa desaboo em lágrimas, o que vai ser de mim? O que o destino me reserva? Meu Deus, me ajuda. Eu não posso me apaixonar por esse homem enquanto for sua submissa, esse é meu maior medo, essa foi a decisão mais estúpida de minha vida, mas não tem volta. Vamos em frente. Só faltam quinze para às dez e ainda estou aqui. Quero saber se não irei hoje. Meu celular começa a tocar, pego para ver quem é. Logan Meu Deus, o que ele quer? Não vou atender, deixo o celular na mesinha ao lado da minha cama e volto a chorar. Ele manda várias mensagens. “Onde você está?” “ Porque você não me atende?” “ Bianca, p***a!!!” “ Cadê você?” “Você está bem?” "Responder..." “Odeio esperar.” “Estou indo para ai!!!” Porra!!! Quando li a última mensagem meu coração quase saiu pela boca, na hora respondo. “Oi estou em casa, eu não ouvi meu celular tocar, calma, não precisa vir!!!” Digitando.... “Não adianta, já estou em frente ao seu apartamento.” Merda “Porque que você está aqui?” Digitando.... “Por que quero uma explicação bem convincente.” “Não te devo explicação, nem minha satisfação.” Digitando... Digitando... Digitando... Digitando... Meu Deus ele deve estar escrevendo uma redação só pode. “Quem te deu o direito de falar assim comigo? Em primeiro lugar antes de falar comigo assim pense nas palavras que irá dizer, em segundo lugar você me deve satisfação sim, pois você é minha para eu fazer o que eu bem quiser, e em terceiro lugar manda logo abrir a p***a desta porta.” Ele está furioso, vou até o interfone e peço para abrir. Um minuto depois lá está ele com aquele ar de dominador que me atrai e me excita não sei como m***a estou ferrada. [...] Meu Deus, que homem lindo na minha frente, mas eu sei por que ele está aqui. —Posso entrar, Srta. Madison? — Claro... claro, Sr. Monteiro!!! Os olhos dele estão em brasa. Porra!!! Estou ferrada!? Sem mais nenhuma objeção ele entra e fecha a porta quando menos espero estou entre ele e a parede. —Por que não me respondeu? – fala entre dentes. —Por que eu não quis. —Você não quis? —Sim – respiração ofegante. —Está em sérios apuros Srta. Madison, primeiro não foi trabalhar, segundo não respondeu minhas mensagens, terceiro está mentindo para mim, quarto está me fazendo ficar com t***o. —E... eu... Eu não quis fazer isso —Mais fez, sabe o que isso quer dizer – fala mordendo minha orelha. —Na... não – suspiro. —Que você tem que ser castigada, que você está em minhas mãos, você é minha Bianca, entenda isso. —Eu sou sua. —Isso mesmo, vire-se. Meu coração está disparado. Sinto aquela atração, aquela eletricidade deliciosa entre nós aumentar, enchendo o ar de estática. Ele está bem perto de mim, seus olhos me olham inflamados, com uma expressão de desafio. Não sei como, ele se move, num piscar de olhos estou na cama, sob o corpo dele, meus braços esticados, presos acima da minha cabeça por uma de suas mãos, enquanto a outra segura meu rosto e sua boca cobre a minha. Sua língua está dentro da minha boca, exigente e possessiva, e eu me deleito com a força que ele usa. Sinto seu corpo todo em cima do meu, ele me deseja, esse homem lindo me deseja. Ele para de me beijar, eu abro os olhos, e vejo que está olhando para mim. —Você confia em mim? – Sua voz é ofegante. Faço que sim com a cabeça, os olhos arregalados, o coração soltando e o sangue latejando nas veias. Ele põe a mão no bolso da calça e tira uma gravata de seda preta, ai meu Deus, com grande agilidade, monta em cima de mim, já amarrando meus pulsos, amarra a ponta da gravata numa das colunas da cabeceira da cama. Ele puxa o laço, verificando se está firme. Não posso sair do lugar. Estou presa literalmente a minha cama, e muito excitada. Ele sai de cima de mim e fica parado ao lado da cama, me olhando, cheio de desejo. —Assim é melhor – murmura, e dá um sorriso triunfante. Ele tira meu roupão, me deixa totalmente nua só com as roupas íntimas, ele me levanta e puxa a colcha e o edredom debaixo de mim, e me deito de novo, desta vez em cima do lençol. —Agora sim – Lambe devagarinho o lábio inferior. Meu Deus, m*l consigo me conter, ali deitada, indefesa, vendo-o andar com elegância pelo meu quarto. Isso é um afrodisíaco inebriante. Lentamente, ele descalça os sapatos e as meias, desabotoa a calça e tira a camisa pela cabeça. Meu Deus, que visão dos deuses, eles foram bem generosos com esse homem. Ele torna a montar em mim, E amarrar outra fita que não sei de onde ele tirou para tapar meus olhos. Não consigo enxergar nada através dela. —Hum – sussurra aprovando. —Isso está cada vez melhor. Vou pegar alguma coisa para beber. Ele se inclina e me beija, seus lábios macios contra os meus, e seu peso sai da cama. Ouço a porta do quarto rangendo. Ele foi pegar alguma coisa para bebe. Ouço baixinho alguma coisa espocando. O que é? A porta range, ele está de volta, e atravessa o quarto com passos leves. Ouço gelo tilintando dentro de um copo com líquido. Que tipo de bebida? Logan bate à porta e arrasta os pés pelo quarto, tirando a calça, que cai no chão, eu sei que ele está nu. Torna a montar em mim. —Está com sede, Bianca? – pergunta, num tom provocante. —Estou – sussurro, porque de repente fico com a boca seca. Ouço o gelo tilintando no copo, ele vem me beija, enchendo minha boca com líquido delicioso e geladinho, é vinho branco. Aquilo é tão inesperado, tão quente, apesar de estar gelado e os lábios de Logan estarem frios. —Não vamos exagerar, você sabe que sua capacidade para bebida é limitada, Bianca. Não dá para evitar. Sorrio, e ele torna a se inclinar para me passar mais um gole, e se deitar ao meu lado, a ereção encostada na minha coxa. Ah, eu o quero feito louca. —Você está gostando? – pergunta a ele, mas noto a acidez de seu tom. Fico tensa, ele volta a movimentar o copo, e me beija, passando para minha boca uma pedrinha de gelo com um pouco de vinho. Sem pressa, ele vai me dando beijos gelados até chegar ao centro do meu corpo, começando na garganta, descendo por entre os s***s, passando pelo torso até a barriga. Deixando um pedacinho de gelo em meu umbigo, numa poça gelada de vinho. Isso faz com que eu me sinta queimando por dentro, por todo o caminho, até lá embaixo. Uau —Agora, você tem que ficar bem quietinha – murmura ele. — Se você se mexer vai molhar a cama toda de vinho. Flexiono meus quadris automaticamente. —Ah, não. Se derramar vinho, vou castigá-la, Srta. Madison, você não irá gostar do castigo que irá receber. Gemo e tento desesperadamente não mexer os quadris, puxando o lenço que me prende. Ah não...por favor. Com um dedo, ele abaixa os olhos do meu sutiã, um de cada vez, levantando meus s***s, expostos e vulneráveis. Inclinando-se, ele me beija e puxa meus m*****s um de cada vez, como os lábios gelados. Luto para não reagir arqueando o corpo. —Até que ponto você aguenta baby? – pergunta, chupando um dos meus m*****s. Ouço gelo tilintar de novo, então sinto sua mão em volta do mamilo direito enquanto ele puxa o esquerdo com os lábios. Gemo, tentando não mexer em uma tortura doce e aflita. Ele se levanta e me deixa tonta e quando menos espero ele tira sua última peça de roupa. Quando não espero mais nada, ele tira a venda dos meus olhos. Meu Deus, é enorme! O sobressalto involuntário que escapa de minha boca é um indicativo do meu choque e, ao encará-lo, vejo aquele sorriso brincando nos cantos da dele. É a prova embaraçosa de que eu precisava para constatar que ele percebeu minha reação. —m***a, Bi – ele arfa, pousando as mãos nos meus quadris. Dou um sobressalto, e ele sorri. — Tem cócegas? —Só aí – soluço. Ah, isso me deixa louca! —Vou me lembrar disso – ele diz, me beijando com urgência enquanto começo a acariciar lentamente seu m****o, aumentando o ritmo quando sinto sua boca mais firme contra a minha. Sua mão desaparece entre minhas pernas e, com um movimento do seu polegar no meu c******s pulsante, sou subitamente catapultada para o Sétimo Céu de Logan. Estou ofegante em sua boca. Ele morde meu lábio. —Está pronta? – ele pergunta com urgência, e simplesmente assisto, porque não tenho mais a capacidade de falar. Ele tira a mão de dentro de mim, retira a minha de si e, com um movimento estudado, coloca as mãos nas minhas costas, e me invade com força. Solto um grito. —Tudo bem? – ele ofega. —Você está bem? —Dois segundos. Preciso de uns segundos – envolvo-o com as pernas, chorando num misto de prazer e dor. Sei que nem metade dele me penetrou. Jesus, o homem é imenso. Ele descansou a testa contra a minha, e desfaz o nó do lenço que me amarra. Minhas mãos deslizando por suas costas cobertas de suor. Ele fica imóvel por um instante, me dando tempo para me acostumar à intrusão. Com a respiração acelerada, ele sai de mim e retorna com uma investida decidida e deliberada. Desta vez vai mais fundo, e a invasão faz minha cabeça girar. —Você aguenta mais? – ele pergunta, com urgência. Mais? Ainda tem muito mais? Eu consigo, eu consigo. Eu repito o mantra enquanto me acostumei com seu tamanho, respirando fundo. Quando acho que me ajustei, beijo-o devagar, arqueando as costas e empurrando os s***s contra o peito dele. —Bianca, me diga que está pronta – ele diz, em meio à respiração. —Estou pronta. —Nunca estive mais pronta em minha vida. Com meu consentimento, ele sai e entra em mim com mais força. Dou um suspiro, inclinando o quadril para a frente, e ele geme de prazer e repete as estocadas rápidas, de novo e de novo e de novo. —Você é minha, Bianca – ele ofega, avançando de maneira profunda e deliciosa. Minha cabeça pende para a frente e descansa na dele. —Toda minha. Em um movimento rápido, ele tira quase tudo e então vem com força. Dou um grito. Estou em total capacidade e amando cada minuto. Seguro seus ombros, e ele aumenta o ritmo, me invadindo, martelando meu útero a cada estocada. Choro de prazer quando ele procura meus lábios, enfiando a língua na minha boca e me possuindo desesperadamente, nossos corpos úmidos batendo e deslizando um contra o outro. Estou a ponto de explodir em mil pedaços. Meu Deus! Nas últimas experiências que eu tive com ele e só foram 1 ou 2 nunca gozei com penetração! —Você vai gozar? – ele pergunta enquanto me beija. —Vou! – gritou de novo, cravando os dentes no seu lábio inferior. Ele geme alto. É animalesco, mas estou perdendo o controle. —Espere por mim – ele ordena, me penetrando mais fundo. Solto um grito e sinto meus músculos internos latejando em volta dele. Tento me conter, mas não está funcionando. Será que ele vai demorar? Não aguento mais. Depois de mais três estocadas, ele grita: —Agora, Bi! – e eu irrompe ao seu comando, jogando a cabeça para trás e gritando seu nome, enquanto sinto seu líquido quente jorrar dentro de mim. Ele me segura com força, me mantendo o mais perto possível e me prendendo, colando o rosto no meu pescoço exposto. Logan grita contra a minha garganta. Um gemido longo e satisfeito saindo de seus lábios, é o reflexo de como me sinto nesse momento. Abro meus olhos bem devagar, minha respiração está voltando ao normal. —Está com fome? – diz ele como se tivesse feito uma maratona de corrida. —Sim. – Falou num fio de voz. —Ainda não acabou, mas antes vamos alimentar minha baby. Porra!!! Tem mais ainda. Nós fomos pra cozinha, fiz um prato básico para nós dois, comemos em silêncio. Quando de repente. Ele me segurou pelo quadril, o que me faz tremer. Ele é a única coisa me amparando. Sinto sua língua quente e habilidosa circular meu feixe de nervos hipersensíveis, rodeando-o com movimentos lentos e precisos, antes de se enterrar no meu s**o. Não há um milímetro de mim que ele não esteja explorando. —Eu preciso de um banho – reclamou. —Eu preciso de você – ele murmura contra a minha pele. Eu me transformo em lava derretida quando ele aumenta a pressão, cravando os dedos no meu quadril enquanto me esfrego em sua boca. É uma questão de segundos até eu explodir, a tensão crescente invade meu s**o me fazendo prender a respiração, o coração na boca. —Seu gosto é incrível. Avise quando estiver chegando lá. —Estou quase! – arquejo, em meio a um suspiro. Deus, como estou perto! —Alguém está intenso hoje. – uma das mãos solta o meu quadril, e dois dedos me penetraram, me fazendo entrar em órbita. —c*****o! – gritou. —Por favor! – devo estar arrancando seus cabelos. —Não… g… grita… p***a! – ele adverte, entre estocadas poderosas. Ele não pode me censurar por gritar em momentos como esse. A culpa é dele por me submeter a isso. Ele abre minha f***a com os dedos, desenhando círculos e entrando bem fundo, enquanto estimula meu c******s com o polegar e lambe meus lábios sensíveis. É um prazer torturante que eu poderia suportar para sempre, se não fosse a pressão que cresce em mim, exigindo ser libertada. —Logan! – gritou, desesperada. Com mais algumas manobras estudadas com seus dedos e sua língua, sou atirada em um abismo e despenco em direção ao nada, a dor no meu cérebro desidratado substituída por faíscas de prazer. Estou curada. Ele lambe e chupa, lenta e gentilmente, me trazendo de volta ao estado normal, meu corpo relaxando, e meus batimentos cardíacos se estabilizando ao mesmo tempo em que desenho círculos suaves em seus cabelos. Sua língua traçando uma linha pelo meio do meu ventre e entre os meus s***s, enquanto ele levanta. A linha segue até o meu pescoço, e ele geme ao inclinar minha cabeça para o lado e lamber meu pescoço. —Hmmm, agora… – ele beija meu queixo. —Vou comer você no chuveiro. – Ele puxa meu queixo para baixo, para que minha cabeça volte à posição normal, dando a ele acesso aos meus lábios. —Fechado? —Fechado – concordo. Que pergunta estúpida. Passo as mãos naquele peito adorável sem pressa, pousando os olhos na f**a cicatriz. —Não pergunte. Tiro os olhos da cicatriz e o encaro, notando que ele me lança um olhar de advertência. Não vou desafiar esse tom, nem essa expressão. —Está bem – respondo. Seu rosto suaviza, e ele olha para a própria cueca. Aproveito a deixa e enfiei a mão no cós, passando as costas das mãos por seus pelos e roçando sua ereção matinal. Busco seus olhos e o encontro me observando com cuidado. Quando chego mais perto, ele aproveita a oportunidade para encostar a testa na minha, me abençoando com aquele hálito mentolado, sua marca registrada. —Eu amo isso – sussurrou, moldando as palmas em suas nádegas. Ele esfrega a testa na minha. —É tudo seu, baby. Sorriu em aprovação e trago as mãos para a frente, segurando seu pênis grosso e pulsante pela base. —Eu realmente amo isso. Ele solta um grunhido de satisfação, abaixando para se apoderar dos meus lábios, tomando minha boca possessivamente, me forçando a soltar sua ereção e colocar a mão de volta em seu traseiro. Sou puxada com força contra seu peito, recebendo o impacto total de seu s**o no meu. A necessidade de tê-lo dentro de mim me faz interromper nosso beijo e puxar a cueca por suas pernas longas e esguias. Ele tira uma das mãos do meu traseiro para me ajudar, a roupa íntima logo está fora do caminho, sua ereção sólida apontando para mim. Vai ser um momento de choque e delírio. Tenho razão. Sou rapidamente pega pela cintura e trazida ao encontro de seu corpo tenso. —Coloque as coxas em volta da minha cintura – ele rosna no meu pescoço, enquanto me chupa e me morde. Obedeço sem pensar, enlaçando-o para que me sustente, seu m****o roçando minha entrada, fazendo um grito desesperado escapar da minha boca. —Ah, Deus! – arquejo. Ele aperta os lábios contra os meus, gemendo quando nossas línguas faziam uma dança cerimonial, minhas mãos acariciando sua barba por fazer, enquanto ele me segura pela cintura e nos guia para o chuveiro. Sou imediatamente prensada contra os azulejos, sua mão na parede sobre minha cabeça, e ele idolatrando minha boca, a água quente caindo sobre nós. —Isso vai ser intenso, Bianca – ele avisa. —Pode gritar. Meu Deus, me ajude. Estou em chamas, e isso não tem nada a ver com a água quente derramando sobre nós. Eu me agarro às suas costas assim que sinto-o se afastar, se preparando para me penetrar, e relaxo as coxas para oferecer mais espaço. Com a mão que antes estava espalmada na parede, ele guia a si mesmo até minha entrada, os olhos fixos nos meus, e a cabeça me cutucando. Sinto um arrepio. —Você é minha – ele diz quando aproxima seus lábios dos meus, me beijando com voracidade. —Entendeu? – Com um movimento preciso do quadril, ele avança, me preenchendo completamente e batendo a mão na parede ao lado da minha cabeça, com um rugido. —Meu Deus! – gritou. —Não, querida, sou eu – ele diz com a voz tensa entre investidas poderosas, me empurrando contra a parede. —É bom, não é? Cravo minhas unhas nele, tentando me apoiar, mas a água caindo em suas costas torna impossível segurá-lo. —Bianca? —Sim! – jogo a cabeça para trás, ofegante e louca de prazer, a cada estocada forte ele me leva em direção ao êxtase absoluto. Sinto seus lábios explorarem meu pescoço exposto, a água fazendo-os deslizar pela minha pele em brasa. —Você é perfeita – ele geme na minha garganta, mantendo seu ritmo voraz. —Você já está lembrada a quem você pertence? Ah, essa é uma transa de lembrete! Ele não precisava se preocupar. Não existe chance de eu ter esquecido. —Bianca, você já se lembrou? – ele rosna, com um golpe de quadris a cada palavra. —Eu nunca esqueci! – grito, indefesa diante das duras investidas contra o meu corpo. Solto as costas dele, sabendo que ele vai me segurar, e trago seu rosto para perto do meu, tirando a água que escorre. Seu olhar encontra o meu. —Eu nunca esqueci – grito entre um ataque e outro. Senti-lo dentro de mim, sentir Logan tremer com a intensidade de nossos corpos se movendo junto, faz minhas emoções me cercaram por todos os ângulos. Ele respira de maneira irregular, inclina a cabeça para chegar aos meus lábios Beijo-o com intensidade, e me desfaço nele. Ele geme dentro de minha boca, e eu seguro seu rosto, absorvendo a paixão que irradia de cada poro de seu corpo. Ele me penetra, forte e rápido, e, quando a fome mútua nos atacar e chegou a um ponto sem volta, travou minhas coxas na sua cintura, cada músculo meu aguardando o momento da explosão, que já surge no horizonte. Ele treme, balbuciando palavras incoerentes contra meus lábios. Ah, m***a! Ele solta a cabeça para trás. —Meu Deus! —Logan, por favor! – mais um grito. Estou no limite do insuportável. Não sei o que fazer comigo mesma. Ele me olha nos olhos de novo. Estão semicerrados e com as pupilas dilatadas. Fico ligeiramente preocupada. —Mais forte, Bianca? O quê? Meu Deus, ele vai me partir em duas. —Responda à pergunta – ele ordena. —Sim! – gritou novamente. É possível ser mais forte? Ele faz um som gutural no fundo da garganta, aumentando o ritmo para algo ainda mais determinado – algo que eu nunca achei que seria possível. Aperto as coxas até sentir dor, mas isso só aumenta a fricção e, por consequência, meu prazer. —Logan! – chego ao clímax, explodindo em torno dele num urro, o gemido que irrompe dele sinalizando que também atingiu o o*****o e se mantém enterrado em mim, seu corpo enorme em espasmos, ao mesmo tempo em que grita meu nome. Sinto o calor de seu prazer fluir quente dentro de mim, enquanto descanso a cabeça em seu ombro, o meu coração batendo descompassado no peito. Ah, meu Deus! Ele me sustenta com apenas um braço, o outro antebraço apoiado na parede, o rosto enfiado em meu pescoço. Ele está sem fôlego, meus músculos internos naturalmente se moldam ao seu m****o pulsante que continua se movendo, num vaivém gentil. A água cai sobre nós, mas ainda posso ouvir nossa respiração em volume mais alto que o barulho da água. —c*****o… – ele sussurra, tentando estabilizar a respiração. Dou um suspiro. Sim, c*****o mesmo. Isso foi mais que intenso. Minha mente virou geleia, e sei que não vou conseguir ficar de pé se ele me colocar no chão. Como se tivesse lido meus pensamentos, ele nos virou, ficando de costas para a parede, deslizando para o chão em seguida e me deixando sentada em seu colo. Estou com o rosto em seu peito e ainda posso senti-lo pulsar dentro de mim. Estou destruída. Minha ressaca desapareceu, mas foi substituída por uma total exaustão. Fecho os olhos e me deito em paz, colada ao corpo firme dele. —Bi, você é minha para sempre – ele diz com suavidade, enquanto acaricia minhas costas com ambas as mãos. Meus olhos se abrem, e muitos pensamentos invadem meu cérebro em recuperação, o mais gritante sendo eu quero ser. Mas não o digo. Depois de ter essa epifania, fico petrificada por saber que vou ser abandonada para curar um coração partido. Minha maldita força de vontade não serve para nada, mas não consigo resistir a ele.
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