Sensação estranha

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*Ponto de vista da Clara* Acordei no meio da noite com uma sensação estranha, um aperto no peito, uma urgência em ir ver a Anila, me levantei e fui para o quarto dela ver como ela estava. O quartinho de Anila nem parecia quarto infantil, sem cor, sem alegria, móveis brancos, uma cama daquelas infantis baixinhas e uma cama extra de solteiro, estilo sofá, o modelo clássico de "cama da baba". No dia seguinte eu faria uma lista bem completa de itens para alegrar esse quarto, ou essa menina não morava aqui antes, ou a vida dela sempre foi triste. Olhei ela dormindo e achei ela tão familiar, não sei quem ela me lembrava, mas senti necessidade de abraçá-la, de cuidar dela, de me conectar com ela como se fosse minha filha. Decidi me deitar com ela naquela caminha minúscula, ela logo se aconchego

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