— Até o dia em que eu te odi... — Seus lábios se fecharam quando meus dedos se apertaram mais em seu quadril, quando a ponta de minha língua deslizou por trás de sua orelha. — Me odeia mesmo, Claire? E se esse ódio sumir, o que vai restar? — Minha boca subiu por seu pescoço, sentindo através de meu tórax como ela havia perdido a batalha interna. Sua mão subiu por meu ombro, trapézio, pescoço. Seus dedos estavam trêmulos. — Eu não sei, Jacob...eu não sei... — Ela sussurrava de olhos fechados. — Mas eu sei — Minha boca subiu pela mandíbula, queixo, maçã do rosto. — Seu ódio é uma cortina, Claire. E eu preciso que abra essa cortina pra saber o que há por de trás dela. Estávamos a centímetros de distância um do outro, e eu posso afirmar que o estágio mais lindo em que a vi, fora ali, de

