Benedito Vê-la chorar faz meu peito se comprimir de angústia, sentado ao seu lado, sinto que nossa conexão é muito mais forte do que eu imaginava. — Você precisa acreditar em mim, e acima de tudo confiar em mim...— essa frase me paralisa, me deixa em pânico. — Não me diga que aquele desgraçado...— me levanto, levo uma mão à cabeça, e a outra eu aponto seu corpo, ela me olha como quem não está entendendo, meu telefone resolve tocar, eu ignoro, ele volta a tocar a impedindo de conversar, olho o visor e é meu pai, ele sabe que estou no hospital com a Léia então deve ser urgente. A Léia aponta para o telefone com um sinal claro de que devo atender. — Pai...— atendo e saio do quarto, minha voz não é nada tranquila, não sei nem como me sinto nesse momento. — Filho conseguimos! Conseguimos!

