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1717 Palavras

— Parado aí! — Ele solta um berro autoritário e um grito feminino faz um eco pela casa imediatamente. Resolvo acender a luz e surpreendentemente encontro a minha cunhada parada bem no centro da sala pálida e trêmula. — E-Erick?! — Ela gagueja. — Valéria? Mas, o que você está fazendo aqui? — interrogo-a. A mulher respira fundo e balbucia algumas vezes até soltar um: — Ah, meu Deus, que susto! — Ela abre um sorriso trêmulo. — E-eu só precisava pegar algo que havia me esquecido. — Imediatamente meus olhos fitam as suas mãos vazias. — Como entrou nessa casa? — Ah, pois é, eu ainda tenho as chaves da casa, então... — Encontrou o que estava procurando? — O quê? — Ela parece confusa. — Disse que veio buscar algo. — Ah! - Ela solta um riso sonoro. Valéria está nervosa, eu sei que sim, mas

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