VICTOR Saímos olhando tudo em volta, então dona Briana acessou as cameras próximo ao camarote, já que ali era tudo da Gdaboiada. — Olhem ele saiu para onde ficam os touros. — Ela falou já com voz falha, aquela área e perigo sempre. Corremos para lá, perguntamos e nada, então um indicou um local, seguimos, mas para onde íamos, parecia que o meu filho andou em ziguezague, fugindo de algo, será que alguém foi atrás dele, sequestro, foi a palavra que veio na minha cabeça, que já doía, as lágrimas já desciam no meu rosto, não tinha vergonha disso. Era o meu filho, preciso dele aqui ao meu lado, agora. O celular de dona Briana tocou: — Número desconhecido, será que devo atender. — Atende Baixinha, quem sabe seja noticias do menino. -Alo, aqui Briana! — Boa noite dona Briana. Aqui Rogéri

