Draco A noite já caía sobre o morro, e eu estava no meu escritório, observando as luzes da cidade lá embaixo. A vista era sempre uma lembrança de que, acima daquele caos todo, eu mantinha o controle. Pelo menos, era o que eu acreditava. Mas, ultimamente, algo vinha me incomodando. Pequenos erros, falhas que não faziam sentido, como se alguém estivesse sabotando nossas operações por dentro. A desconfiança já estava cravada em mim, e hoje, eu teria as respostas. — Draco, o Damon já chegou — avisou um dos homens de confiança. — Mande ele entrar — respondi, sem tirar os olhos da cidade. Damon entrou com passos firmes, mas eu podia ver a preocupação estampada no rosto dele. Ele não gostava de falhas, e sabia que eu gostava menos ainda. Sem cerimônias, ele se sentou na cadeira à minha frente

