Para Sempre Brin

1167 Palavras

O tempo, implacável e gentil, havia deixado suas marcas na mansão Brin. As paredes, agora cobertas por heras verdes, guardavam histórias de amor, luta e superação. No jardim, onde antes os risos infantis ecoavam, agora cresciam flores plantadas pelos próprios gêmeos, já adultos, prestes a seguir seus próprios caminhos. Veluma observava a cena da varanda, com um sorriso doce e o olhar marejado. O vento suave bagunçava seus cabelos, e a luz dourada do entardecer fazia o tempo parecer suspenso. Atrás dela, Fernando se aproximou, envolvendo-a num abraço silencioso e caloroso. — Eles cresceram, Veluma… — disse ele, com a voz grave, mas cheia de emoção. — Parece que foi ontem que corriam por esse jardim, brigando por quem seria o primeiro a subir nas árvores. Ela sorriu, apoiando-se em seu pe

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