Namoro o Remo e as vezes ele some os marotos já me falaram que ele é lobisomem mais hoje até eles estão preocupados, fazia 4 dias que ele não aparecia e tava difícil as pessoas não notarem sua ausência.
Ainda era lua cheia, estavamos na comunal da Grifinória.
- não consigo esperar, vou atrás dele e vocês me cobrem. - eles se protestaram porém já estava correndo rumo a floresta.
Quase não havia espaço pra passar, a lua iluminando a floresta fechada, a cada passo meu coração acelerava.
- Lupin - grito e silêncio me responde.
Lembro do uivo e faço, silêncio e logo barulho de galhos quebrando, escondo atrás de uma árvore e assim que ele para procurando alguém, apareço devagar para ele que logo uiva.
Avança pra cima mas para rapidamente na minha frente, cheira e vem se esfregando em mim, no começo a alma saiu do corpo e voltou, depois achei fofo.
Me ajoelhei e fiz carinho nele, ele se joga em cima de mim e deita.
Fiquei com ele no chão abraçada.
Quando sentir os primeiros raios de sol na minha pele acordei, me deparando com o Remo nos meus braços com o cabelo bagunçado e pelado.
- Remo - o futuco de olho fechado e ele boseja.
- S/n ! - ele levanta assustado, abro os olhos e encaro as árvores.
- cadê suas roupas?
- acho que perdir - sua voz era calma, me levanto.
- vou buscar uma roupa pra você. - levanto do chão bato a mão pelo corpo pra tirar as folhas secas e terra, passo por ele e dou uma espiada.
Fui rápida e ninguém me viu voltando pra floresta, entrego a roupa pro Remo e fomos pra escola.
Os meninos assaltaram a despensa de Hogworts e me entregaram as coisas pra porção, fiz e a tarde fui no quarto do Lupin e Tiago o entregar.
Ele estava sozinho, entrei, ele estava na janela, abracei ele por trás e nós beijamos.
- tamo - entrego o frasco.
- se isso tiver errado você vai ficar viúva cedo. - ele pega e bebe.
- tá vendo não morreu.
- isso tem gosto de mijo.
- vou nem perguntar como tu conhece o gosto. - começo a rir e ele me joga na cama fazendo cosquinhas.