Capítulo Vinte

1620 Palavras
Sherlyn passou parte do dia radiante, além de ter tido o gostinho de esfregar na cara de Diana sobre Lia, viu Diana inconformada, bufando de raiva. Camila: Precisa parar com isso. Disse ao ver Diana, impaciente. Diana: Tem ideia que já fazem horas que eles saíram e ele não voltou mais? Camila: E daí? Você não tem nada com isso. Diana, você não tem nada com ele. Diana: Ela põe fim no casamento deles e agora vem atrás. Disse irritada. Camila: Isso não é problema seu, Diana. Ele nem sequer olhou para você. Diana: Mas eu quero ele. Disse firme. Camila: Mas ele não te quer, não adianta investir em alguém que não quer o mesmo que você. Diana: Você não entende. Camila: Quem parece não entender é você. Disse se irritando e voltando ao que estava fazendo. Quase meia hora depois e Lucca ligou para avisar que não voltaria para o trabalho, Sherlyn ficou sabendo por Eric, e claro que Sherlyn fez questão que Diana soubesse. Sherlyn: É, pelo visto o Lucca tirou sorte grande hoje, deve estar tendo uma tarde daquelas, regada a muito sexo. Disse perto de Diana, Eric riu ao perceber a intenção dela. Ian: Que ele aproveite bastante, porque só a Lia para aguentar aquela amargura em pessoa. Paulo: Ah, mas com certeza ele vai voltar com um humor maravilhoso. Eles riram e Diana bufou saindo do lugar. De fato, Lucca tinha avisado que não voltaria para o trabalho naquela tarde, já que depois de dias, semanas sem ver a esposa, sentindo a falta dela a cada hora do seu dia, ele queria aproveitar ao máximo aquela oportunidade. Por isso ele fez questão de levar Lia a um restaurante que eles sempre iam logo no início do casamento, ela gostava do lugar, do clima, e pela música ao vivo que tinha, era um simples, mas muito aconchegante. Lia: Golpe baixo me trazer aqui. Disse ao se sentarem. Lucca: Tudo por você, quero desfrutar da menor forma a sua companhia. Lia sorriu, quando ele queria, sabia fazer com que ela se sentisse tímida e envergonhada, uma adolescente. Um dos garçons de aproximou e ele ia pedir um vinho para os dois, e ela se apressou logo em negar. Lia: Não vou querer. Disse antes que ele fizesse os pedidos, ele estranhou. Lucca: Por que? Você sempre gostou de uma boa taça de vinho tinto. Lia: Não estou bebendo nos últimos dias. Depois te conto o motivo. Desviou o assunto. - Eu vou querer um suco de laranja. O garçom anotou o pedido. Lucca: Para mim uma coca-cola. Por enquanto é isso. O garçom assentiu e se retirou. Lia: Não vai beber? Perguntou com surpresa. Lucca: Se não vai beber, eu te acompanho. Ele sorriu para ela. - Senti tanto a sua falta, sinto todos os dias. Disse direto e sincero. Lia: Você sabe que como as coisas iam, não estava dando certo. Suspirou. Lucca: Eu sei, e não estou tirando sua razão e nem dizendo que não te dei motivos, mas eu te amo, Li. Eu não estou sabendo lidar com a sua ausência. Lia: Para mim também não tem sido fácil. Lucca: Então, meu amor. Disse tocando nas mãos dela por cima da mesa e ela sentiu o coração falhar por ouvi-lo a chamar daquela forma, sentia tanta falta. - Estamos sofrendo longe um do outro, nos amamos, Lia e estarmos separado é tão doloroso. Eu quero mais uma chance, quero tentar fazer as coisas diferentes dessa vez, são dez anos juntos. Não vamos colocar fora um história como a nossa. Ele pediu quase implorando por aquela chance. Ela respirou fundo, estava sendo uma tortura ficar longe dele, e ainda mais agora esperando um filho dele, e com o marido ali pedindo um chance, ela cogitava aquilo. Lia: Eu... Ela estava uma bagunça emocionalmente. Lucca: Eu te amo, Lia. Se você ainda me ama, por que não tentarmos mais uma vez? Lia: Eu também amo você. Eu só...não quero que o nosso casamento se torne aquilo de novo, quero construir uma família com você, quero ser uma prioridade na sua vida. Lucca: E você é, Li, você é tudo para mim. Me perdoa se o meu excesso de trabalho te fez pensar o contrário e as minha atitudes também, mas você é o mais importante para mim, é o que mais amo. Lia: Eu..eu..preciso pensar, preciso tentar me reorganizar. Lucca: Eu te dou todo o tempo do mundo que você precisar, para pensar em dar uma chance ao nosso casamento. Ele sorriu. Lia sentia borboletas em seu estômago a cada vez que ele sorria para ela daquela forma. Os dois almoçaram tranquilamente, ele tentou deixá-la o mais confortável possível, a fazia rir e até trocava algum carinho. Ela por diversas vezes tentou contar a ele sobre o bebê, mas não achava que deveria contar assim no meio do nada. Estava esperando o momento certo. Eles ficaram um bom tempo ali. Assim que ele pagou a conta eles se dirigiram ao estacionamento. Lia sentiu que deveria contar de uma vez sobre a gravidez, daqui a pouco ele voltaria para casa de Joanna e não tinha contado nada, não fora para isso que ele tinha saído de Niterói? Para contar a ele sobre o bebê. Ele dirigia atento pelas ruas do Rio de Janeiro. Lucca: Até quando pretende ficar? Perguntou ao perceber que ela estava pensativa demais. Lia: Não sei, eu tinha pensado em nós máximos uns três dias. Lucca: Podemos nos ver nesses dias? Como hoje. Pediu e o sinal fechou e ele pode encara-la. Lia: Sim... Luc... Disse olhando para ele. Lucca: Sim? Os dois se encaravam. Foi com surpresa que ele sentiu os lábios dela nos seus, sentir os lábios doces e macios dela, a língua pediu passagem e ele cedeu, há dias sonhando em estar tão perto dela outra vez. As línguas se encontravam um ritmo próprio, um ritmo só deles, ela já estava praticamente indo para o colo dele quando buzinaram, os dois riram e com frutração se separaram. O sinal já estava aberto. Lucca: Sempre que me chamar assim for me beijar, me chamae sempre. Disse sorrindo. Ela fez o mesmo. Os hormônios já gritavam dentro dela. Ela o queria. Lia; Estaciona. Pediu e ele a encarou confuso. - Ali, estaciona ali. Disse apontando para a calçada. Lucca: O que foi? Perguntou confuso e fez o que ela pediu. Ele m*l tinha estacionado e ela foi para o colo dele. - Lia... O nome dela saiu mais como um gemido. Os dois se beijaram, ela buscando sanar aquele desejo que estava sentindo dele. - Aqui não. Estamos na Rua. Disse com as mãos na cintura dela. Lia: Não me quer? Perguntou o olhando. Lucca: Mais do que tudo, não sabe a falta que estou sentindo de você. Lia: Então me leva para algum lugar. Pediu se esfregando nele, roçando as intimidades. Lucca: p**a que pariu. Disse sentindo o p*u latejar de tanto t***o, ela riu. Quando ela saiu do colo dele, ele procurou o primeiro motel que tinha pelo caminho. Nem amo entraram no quarto ao beijos e as roupas foram arrancadas com pressas, eles tinham fone um do outro, ela pelos hormônios e a saudades, ele pelas semanas sem sexo e sem ela. - Não vou conseguir ir com calma. Lia: Não quero que tenha calma, quero que me f**a. Ele gemeu, todo o controle dele foi a merda. Tirando a cueca dele, se abaixou para dar lambidas e beijos no p*u dele. Lucca: Depois eu vou f***r essa boquinha linda, agora quero comer essa b****a gostosa. Ela gemeu excitada. Os dois caíram na cama. Eles se beijavam afoitos, ela o acolheu entre as pernas e ele esticou de uma só vez, rebolando ela o incentivou a se mover mais rápido, controle era tudo que os dois não tinha. - Quente e apertada. Sua b****a é ainda mais gostosa do que me lembrava. Ela gemeu. Lia: Com força. Mete com força. Pediu arranhando as costas dele. Tomando ainda mais impulso ele fez o que ela queria. Os dois chegavam a se marcarem com violência. Ele a sentiu ficar tensa. Lucca: Goza, meu amor. Goza no meu p*u. Goza bem gostoso. Disse no ouvido dela e ela gritou chamando por ele, se apertando toda a ele, seu corpo se contraiu para em seguida relaxar, como uma descarga elétrica. O orgasmo dela desencadeou o dele. Lia: Senti saudades. Disse ofegante. Ele se deitou ao lado dela na cama. Os dois atravessado na cama. Lucca: Eu também senti. Ela se virou ficando por cima dele de novo. Lia: Não transou com ninguém nesse tempo né? Perguntou. Lucca: Não, a única mulher que eu sempre quis foi você. Ela sorriu. Lia: Preciso te compensar pelo dias sem sexo. Disse beijando o peito dele. Lucca: Amor...A sentiu rebola em cima dele. Lia: Shhii... Só sente.... Disse rebolando bem devagar e mordiscou a orelha dele, entre provocações e carinhos ele já estava duro de novo e ela pode sentar com um único movimento levando os dois do céu ao inferno e vice-versa. Luca: Gostosa... Disse beliscando um dos m*****s dela. Lia: Me beija. Ele se sentiu e se inclinou para beijar a boca dela. - Aqui não, aqui. Disse segurando as cabeça dele na reta dos s***s. Quando a língua dele sugou um dos m*****s, ela jogou a cabeça para trás, os movimentos mais rápidos logo deram indícios que ela ia gozar outra vez. E ele deixou, sentiu a b****a dela o apertar e os esparmos veio o levando junto. Estando tão fogosa, ele sabia que os dois não iria sair dali tão cedo, e ela não sairia dali enquanto ela estivesse satisfeita. Aquilo ia durar.
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