Capítulo Doze

1408 Palavras
Lia m*l conseguia acreditar que Lucca estava realmente falando sério quando ela voltou para casa e ele disse que eles iriam tentar engravidar. Depois que ela voltou do hospital aos poucos foi se recuperando e tudo se normalizando, mas ela sentiu quando finalmente voltou a falar o marido quase chorou. Parecia que finalmente tudo iria ficar bem e voltaria ao normal. Ela m*l consegui respirar direito e dois sorriam, o marido a olhou e sorriu. Ela m*l conseguia se sentar, estavam fazendo amor praticamente todos os dias. Lia: Você acabou comigo. Resmungou manhosa. Lucca: Eu sei que você gosta. Ela se virou deitando a cabeça no peito do marido. Lia: Queria que ficasse aqui, o dia todo comigo. Lucca: Eu Também gostaria. Nada me faria mais feliz do que ficar aqui com você, mas preciso trabalhar. Lia: Eu sei. Disse fazendo bico. O bico que ele adorava e sempre mordia. Lucca: Toma banho comigo? Perguntou cheio de malícia. Lia: Você sabe que nunca te digo não, principalmente um convite desses. Ele a pegou no colo e os dois seguiram para o banheiro, apesar dos beijos quentes e carícias íntimas eles ficaram só nisso, ele iria se atrasar se fosse além e Lia estava dolorida. Quando ele já se vestindo para o trabalho e Lia com um roupão felpudo vermelho estava sentada na cama o observando. Lia: Você não se sente mais culpado, né? Lucca: Não tanto como antes. Lia: Eu já te falei que a culpa não foi sua. Lucca: Eu sei, eu estou tentando não pensar dessa forma, mas me sinto um pouco responsável, por causa do meu trabalho e porque eu sempre quero te proteger e não estava lá, amor. Lia: Ei, pare de pensar assim. Se levantou da cama e o abraçou . Lucca: Eu te amo demais, não suportaria te perder. Ela sorriu e o beijou apaixonada. Lia: Eu também te amo. Lucca: Depois do que me contou, vou fazer de tudo para manter o Carlos preso, ele vai pagar por ter sequer pensado em te machucar. Ela assentiu. Após estar em casa, ela contou tudo o que tinha acontecido no dia do seu atentado e claro que Lucca ficou curioso, frustrado, irritado, só em pensar nela passando por aquela situação o seu peito já se apertava, mas ele jurou que Carlos pagaria. E Lia sabia que ele cumpriria aquela promessa. Quando Lucca chegou ao trabalho sorria, o que era comum nos últimos dias, já que ele e a Lia vinham uma boa fase. Ele entrou em sua sala e não demorou muito para Eric entrar sem bater, nem pedir licença, já era costume. Eric: Alguém está de bom humor. Comentou sorrindo. Lucca: Sou um homem apaixonado. Comentou sorrindo também. - Mas disso ninguém duvidava. Entrou na sala dele sorrindo. Lucca: Sherlyn, finalmente voltou em, pensei que não iria trabalhar mais. Sherlyn: Precisei de um tempo. Mas agora já me sinto bem e mais tranquila, mas você me parece muito bem também. Lucca: Minha mulher está bem, meu casamento está ótimo, meus amigos bem e com saúde, meus pais e meus sogros também, o bandido do Carlos está preso, só tenho o que agradecer e ficar feliz. Sherlyn: Concordo, mas acho que toda essa felicidade se resume em Lia. Brincou. - O resto é resto. Até Eric riu. Lucca: Bom, não posso discordar. E aliás a Lia está planejando um jantar, coisa íntima, ela gosta às vezes de chamar os amigos mais próximos, jantamos, bebemos um vinho e conversamos, ela pediu para convidá-la, está mais do que na hora de vocês se conhecerem pessoalmente. E ela quer te agradecer por ter me ajudado nesses meses. Sherlyn: Não precisam me agradecer por nada, só fiz o meu trabalho. Aceito o convite e fico feliz por ela está bem e recuperada, vocês merecem essa felicidade, quero muito conhecê-la pessoalmente. Conhecer essa mulher que conquistou seu coração há quase dez anos e consegue te aturar mesmo com aquele seu m*l humor. Porque cara, nos dias que você está m*l humorado parece o próprio d***o na terra, não sei como ela te aguenta. Disse rindo. Eric: É que ela tem o jeitinho certo de acalmá-lo. Disse com malícia. Lucca: Agora chega! Parem de tomarem conta da minha vida conjugal. Vamos trabalhar, meu povo. Disse os expulsando da sua sala e rindo. Eric: Isso vai te deixar ainda mais bem humorado. Disse entregando o papel a ele. Lucca: Não acredito, saiu? Eric: Sim, podemos comemorar, pelo menos agora é menos um bandido a solta. Lucca assentiu. Assim que ficou sozinho Lucca pegou o papel e foi em direção as celas, lá ele sorriu cínico quando viu Carlos. Carlos: O que veio fazer aqui ? Não deveria estar cuidando da sua esposinha? Perguntou com raiva e deboche. Lucca: Para sua infelicidade, ela está muito bem, estamos felizes. Já você.... Carlos: O que você quer? Perguntou sem paciência. Lucca: Só vim te dizer que saiu a sua transferência, o juiz já autorizou e você será transferido para o presídio. Carlos: Não pode ser... Lucca: Sim, você aguardará seu julgamento já preso. Se bem que nem será preciso muito para ser condenado. Só vim aqui olhar para tua cara e dizer isso. Disse e saiu dali deixando um Carlos furioso. Carlos: Isso não vai ficar assim, Lucca. Você vai me pagar, e vai pagar caro. Disse com raiva e bateu na grade. Lia sorriu ao entrar na escola e buscar Analu, Joanna tinha pedido que se amiga pudesse buscasse a menina na escola. Analu: Tia. A abraçou. Lia: Oi, princesa. Como foi a sua aula? Analu: Chata. Lia riu. Lia: Eu também achava minhas aulas chatas. Analu: Eu vou para sua casa? Lia: Sim, nós vamos ficar lá até sua mãe sair do trabalho e ir te buscar. Sua avó não pode ir buscá-la hoje. Analu: O tio Lucca vai tá lá? Lia: Não sei se vai dar para chegar cedo. Analu: Eu gosto quando ele chega cedo e a gente faz noite da pizza. Disse animada. Lia: Eu também gosto. Quem sabe não damos sorte. Eles sorriram e uma amiga de Analu se aproximou. - Analu. Analu: Oi Sophia Sophia: Esse é o meu pai. Lembra que eu te falei a profissão dele na redação de português? Perguntou animada e com orgulho do pai. Analu: Oi, Ainda acho a profissão do seu pai muito perigosa igual a do tio Lucca. - Oi Analu, a Sophia não para de falar de você. Sou o Marcos, o pai dela. Se apresentou e encarou Lia. - Prazer conhecê-la. Lia: Sou Lia. Sophia: Seu tio Lucca trabalhar com o quê? Analu: Ele é investigador da polícia. Disse orgulhosa. Lia: É o meu marido. Explicou vendo um Marcos confuso olhando para filha e para Analu. Marcos assentiu entendendo. Marcos: Bom, filha se despede da sua amiga e da tia dela. As duas se abraçaram e Marcos se despediu de Lia com um aceno. Lia: Conversadeira. Brincou fazendo cócegas na menina que ria sem parar. Analu: Você não acha que ele faria um belo par com a minha mãe? Lia: Você quer arrumar um namorado para sua mãe? Perguntou rindo. Analu: Eu sei que ela sente falta do papai, e que chora às vezes. Acho que seria legal ela encontrar alguém que a faça sorrir, assim com o tio Lucca faz com você e o tio Eric com a dia Maria. Lia: Eu concordo com você. Eu também acho que seria legal e eles seriam um belo par. A menina sorriu. Analu: Tia Lia, liga para o tio Lucca e pede noite de pizza. Por favor vai. Disse meiga e Lia se derreteu. Lia: Vou ligar. E Lucca adorou a ideia. Ele terminou tudo mais cedo para ir comprar a pizza e ficar em casa com as duas, logo os três estavam no sofá vendo filme. Quando Joanna chegou a filha dormia abraçada a Lucca no sofá. Joanna: Cheguei muito tarde, né. Ela já até dormiu. Lia: Que nada, só estava cansada e ela se divertiu muito com o Lucca, por isso os dois pegaram no sono rápido. Joanna: Ele vai ser um paizão. Disse observando a filha com o amigo. Lia: Vai sim. E não vejo a hora de engravidar. Joanna: Vai dar tudo certo, amiga. Logo vocês conseguem. Em breve vocês terão o bebê de vocês e quando menos esperarem ele já vai estar correndo e pulando pela casa. Lia sorriu emocionada só em imaginar.
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