" Trôpego e cansado, me encontro. Choroso e sofrido; dilacerado e moído. Me fales mortais o que tens eu, que vós me odiastes tanto? Sou tão vil, assim? Me olhes com ternura, sou epicentro da vida, dominate da essência divina. Não me batas e nem me castigues, me dê o que peço, amor e nada mais. Tenha misericórdia deste vos fala: prazer eu sou o coração. " Por: Sophia. Como o som solitário de um violão, ecoando com suas notas sendo propagandas em um alcance longínquo, infinito, num som agoniado desafinado, assim foi o decorrer dos dias, das horas; do tempo em si. Foi assim que cinco dias se passaram, foi assim que eu gritei de dor sem ninguém me ouvir, sem a minha garganta cansar, sem minha voz alcançar um tempo sem fim. Fui como as folhas mortas da outra estação, bonitas, perfeitas na

