CAPÍTULO XXIII

1166 Palavras

A b***a investiu com a velocidade de um raio escuro. Alik fincou a base da lança no chão, usando o próprio impulso do monstro para enterrar a ponta de ferro no vão entre a couraça e o pescoço da criatura. O impacto fez o cabo de taquara envergar perigosamente. Um líquido espesso e acinzentado espirrou sobre as braçadeiras de couro de Alik, chiando contra o metal como ácido. — O couro não segura isso! — rugiu ele, desferindo um chute na mandíbula da fera para saltar para trás antes que as garras o partissem ao meio. Tuli arremessou os três frascos em sucessão. — Ignis ardens! — a bruxa gritou a invocação. As garrafas estouraram contra o peito da segunda criatura, irrompendo em chamas azuis e douradas. O monstro recuou momentaneamente, sibilando sob o calor alquímico, mas o fogo começou

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