Capítulo – Necrópole. " As cidades dos mortos carregam mais histórias do que a cidade dos vivos. Liliana O café da manhã fora um prelúdio de rara delicadeza. A mesa, posta com rigor cerimonial, exibia porcelanas que pareciam relíquias e iguarias que despertavam os sentidos. Entre o aroma do café escocês e o frescor das margaridas, Ragnar lançou o convite que mudaria o curso do nosso dia: um tour particular por Glasgow, a cidade que ele parecia carregar no sangue. Eu aceitara, ansiosa por transformar nosso início áspero em um caminho de descobertas. E aqui estamos nós deslizando por essa cidade que me encanta e arranca suspiros. — É linda! Cada pequeno detalhe é um encaixe único! – sorrio, inspirando profundamente o cheiro do carro dele. O motor potente do carro ronrona como um a
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