Marra

2787 Palavras
Samurai narrando - p***a! O Jamal crescendo o olho nas minhas paradas é f**a, as bocas que ele quer ganhar na pilantragem fica entre as duas favelas, más ele vai tomar é um c*****o, só se eu tiver morto, filho da p**a veio com papo de negociar com fuzil deve tá de maldade cabuloso, más deixa esse pilantra vim que eu vou dar o que ele tá querendo. Pra completar não tô podendo contar com esses dois pilantras do c*****o, um tá na fossa do c*****o, enchendo a cara de cachaça e droga, o outro p*u no ** tá brabo pro meu lado, más hoje eu desvendo a marrinha dele nem que seja no castigo, é meu mano más se vacilar cai nela do mesmo jeito, não tô alisando nem meu p*u, vou alisar comédia. O bonde chegou no morro, já sai arrastando o FDP do LK , pra casa dele, amanhã minha ideia com ele é outra, não vou trocar ideia com ninguém doidão, amanhã quando ele tiver de cara ,ele vai ganhar o dele. Samurai- aí filho da p**a amanhã tú não sai de casa antes de olhar na minha cara não falô, nós vai levar uma ideia de macho, e tú vai tá de cara pra isso pode crê? Lk- já é papai. Samurai- amanhã tu me paga c*****o. Joguei ele em cima do sofá e sai fora, deixei um soldado de butuca, se o LK resolver sair da p***a dessa casa já vai levar um sacode. Voltei para o carro, já estranhei o clima pesado entre o neném e a Aymê, de qual foi ?num era maior parceria ?que p***a rolou por aqui? Neném- tô liberado? Samurai- liberado é um c*****o, sobe pra boca Marola. Aymê- pra quê? Samurai- tô querendo levar uma ideia com meu parceiro, posso? Aymê- que ideia? Porra aí ela me quebra, tenho que ficar de boa, essas paradas assusta a Aymê, más p***a é f**a essa ideia de falar manso. Samurai- nós vai conversar, nós parece que não tá se entendendo eu quero saber de qual é, ninguém vai matar ninguém é só um papo. Ela abaixou a cabeça, assumi ela como fiel ela vai ter que se acostumar com o trampo. Tô nervoso pra c*****o, a fita com o Jamal me deixou bolado, e tô só o ódio, a cabeça na maldade eu mataria um hoje só pra relaxar. Subimos para a boca. Samurai - marola marca um dez aí com a Aymê que eu já volto. O neném desceu do carro com o fuzil na mão. Samurai- deixa o fuzil no carro e a PT também. Neném- vai me matar ? Samurai- eu não, já você não sei se tô podendo confiar, deixa essa p***a aí c*****o. Aymê- por favor não faz nada. Samurai- fica de boa, já falei que ninguém vai matar ninguém, minha palavra não faz curva. Aymê- então deixa eu entrar com você. Samurai- qual foi Aymê? Ta nervosa tá querendo falar alguma coisa? Já dei ideia pra tu me esperar aí dentro do carro, segura a onda p***a! Aymê- vou segurar minha onda samurai. Melhor assim. Entrei na boca com o neném, mandei geral esperar lá fora, todo mundo já saiu pianinho no silêncio, sentei na minha cadeira e apontei pra ele sentar de frente pra mim. Samurai- vai !dá teu papo. Neném- não tenho papo pra dar não. Samurai- mano tú me conhece, e tú sabe que eu não tô aqui pra papo de madame não, não testa minha fé irmão , eu tô ligado no meu proceder e que tem sido correto com nossa parceria e com a nossa camaradagem, então abre a lata e solta c*****o, que tem uma p**a entalada na tua garganta e tu vai colocar ela pra fora ou vai deixar eu empurrar até te matar p***a? Ele ficou me olhando e começou a se tremer. Samurai- não treme não p***a, que eu te conheci homem não te conheci comédia, vai dá a letra c*****o. Ele levantou a cabeça e me olhou. Neném- eu me meti numa parada e acabei agindo nas tuas costas. Meu sangue chega ferveu, parecia o efeito de dez pilula de bala percorrendo meu cérebro, fechei os punhos, na minha mente só veio trairagem com o desgraçado do Jamal. Samurai- termina c*****o, tú agiu na pilantragem comigo filho da p**a eu que sou teu mano de fé? A boca quase não abre pra falar. Neném - eu tô ficando com a Rafaela e já tem um tempo. Samurai- filho da p**a, eu vou te matar neném, eu vou encher teu ** de tiro de 12 seu arrombado. Neném- eu gosto dela mano, é coisa séria véi. Samurai- sério é meu p*u Zé b****a, é minha família c*****o, meu sangue p***a! Cadê o respeito mer mão? Neném- qual foi samurai? Não sou bom pra tua irmã não? Eu ri. Samurai- olha aqui na minha cara, eu sou bom pra ela p***a? Não sou , eu sou o irmão que não existe pra ela e do nada a comédia tá dando pro meu contenção e tú tá me dando idéia que a parada é séria? Neném- eu não sou você, ela me ama. Samurai- falou, falou e não disse nada, qual é a tua treta comigo nesse bagulho? Já que eu só vi motivos pra eu tretar aqui nessa p***a. Ele abaixou a cabeça, olhou pro lado, coçou a cabeça. Samurai- fala p***a. Neném- eu tava de segunda , tô querendo sair da função e se eu te desse idéia tu não ia aceitar, e fiquei bolado com teu lance aí com Aymê tu explanando ela pra geral e eu tendo que ficar entocado com a Rafa. Samurai - historinha bagunçada essa aí, tú só tá se assumindo covarde e invejoso , além de ser traira de tá comendo minha irmã, aí esse teu papo é pra valer? Porque eu não tô botando fé não? Neném- é sério mano, é papo reto. Samurai- então vou abrir tua mente pra tu lembrar como o bagulho funciona, só sai dessa p***a morto o crime não è empresa de telemarketing que vive na rotatividade, aqui é até que a morte os separe, e tira o olho dos meu bagulho quer fazer o teu com aquela otária faz, más não cresce o olho em cima da minha parada com a Aymê não, e não não faz más uma trairagem dessa não que eu arranco tua cabeça sem remorso, pode ser o c*****o que for tú vai me dar ideia. Ele engoliu seco. Neném- pode crê mano, não vou mais ficar com tua irmã não. Samurai- c*****o véi, tú é f**a p***a, vai lá se tu quer ela mano faz teu corre, boa sorte com aquela dona paia pra c*****o. O neném é um cara de boa, é o mais moleque da tropa, tira onda com todo mundo, e essa boca fica paia sem a zueira dele, é meu irmão , eu mato por ele, más se vacilar comigo eu mato ele. Neném- pode crê Cunha. Samurai- Cunha é meu p*u. Peguei na mão dele e puxei ele pra me abraçar, selada a paz , amanhã troco ideia com o LK. Neném- tu acha que teu coroa vai aprovar o genro? Samurai- vai, pode crê que vai, vai te levar pra pescaria e tudo. Eu ri, duvido que a Rafaela goste dele, ela vai sacanear com ele e eu tenho é dó, más não é dá minha conta, minha conta é zerar a roupa que cobre o corpo da minha morena e somar com o meu. Coloquei todo mundo pra voltar pra dentro da boca e agilizar os trabalhos, mandei o neném vazar, ele pegou as máquinas dentro do carro e saiu no pinote de moto e eu fui até o carro, empolgado olhei o banco de trás, vazio. Samurai- p***a Marola cadê a Aymê? Marola- mano, ela saiu doida aí descendo o morro igual foguete. Samurai- e tú deixou c*****o? Marola- e era pra fazer o quê? atirar na reta dela? Samurai- sai, sai p***a! vai lá no baile da uma telada no movimento. Ele saiu do carro, eu entrei, p***a véi, a Aymê me testa mano, desci o morro e parei na frente da casa dela, já fui logo entrando, ela tá é deitada no sofá comendo brigadeiro na panela e assistindo filme, meu lugar no céu tá reservado porque segurar a onda com uma dona dessa, só sendo santo como eu. Samurai- qual foi véi? Aymê - tô falando com qual samurai agora? Samurai- chapou? Esse brigadeiro ai é de maconha? Aymê - eu não tô brincando com você, eu não sou seus soldados, não sou parente sua pra você, falar daquele jeito comigo, e ainda mais na frente das pessoas. Samurai- é o meu jeito véi. Aymê- o que você chama de jeito eu chamo de falta de respeito. Sentei do lado dela, onde eu amarrei meu jumento eim? Jumento desse coração, não dava pra querer uma mulher de boa, que ficasse calada e só dissesse sim pra mim? Tinha que ser uma encrenca dessa? Samurai- se liga, não se mete nos meus bagulho, eu sei das minhas paradas e sei resolver elas do meu jeito, eu não vou fazer nada pra te assustar, então fica de boa e não se envolve, foi paia lá tu se metendo no meu papo com o neném. Aymê- então não me leva pra assistir suas paradas, que eu me assusto só com seu jeito de olhar. Samurai- então tá xaropando porquê? tem que ter medo mesmo. Fechei a cara e olhei pra ela, ela levantou do sofá, levantei também encarando ela, firmei o fuzil, ela fixou o olhos nos meus, ela colocou dois dedos na ponta do fuzil e puxou pra baixo apontando pra b****a dela. Aymê- atira! Você não é bandidão? Atira p***a. Meu p*u ficou duro, quando ela encostou a ponta do fuzil, tirei a bandoleira rápido joguei o fuzil em cima do sofá e puxei ela pela cintura, beijei ela, minha língua passeou pela boca dela com gosto de chocolate , puxei o cabelo dela com a mão grudada na nuca. Samurai- eu vou atirar más é com outra arma até você pedir pra eu parar. Coloquei a mão dela no meu p*u ela segurou e apertou com t***o enquanto desliza a boca molhada no meu pescoço, segurei o queixo dela e puxei o rosto dela pra mim. Samurai- eu te amo p***a! Eu só te mato se for de prazer. Deslizei uma mão pela barriga dela até alcançar o seio, apertei o bico, molhei meus dedos na boca dela e voltei a apertar o bico dos p****s, fiquei olhando pra ela. Samurai- cadê sua marra agora? Aymê- eu não tenho marra, o bandido aqui é você, pega a p***a desse fuzil. Peguei o fuzil, ela me beijou e saiu me puxando para o quarto dela, encostei o fuzil na parede. Samurai- e sua mãe? E o Jeff? Aymê- minha mãe foi trabalhar em um evento na barra, o Jeff vai dormir na casa da namorada. Ela foi falando e tirando a roupa, acho que a mãe dela foi dormir na casa da namorada e o Jeff foi de corta vento na barra uma coisa assim, não consegui prestar atenção, ela é muito gostosa não dá. Aymê- cadê o cara que ia me fazer pedir pra parar? Samurai- tá me desafiando? Virei ela de costas pra mim, encostei meu p*u na b***a dela, levantei o cabelo e passei a língua na nuca dela, ela se arrepiou toda, se virou pra mim, tirou minha blusa, eu puxei a claça e a cueca junto, ela olhou pro meu p*u e mordeu a boca. Aymê- tô com fome. Samurai- tá com fome? E você quer o quê? Aymê- leite, eu quero leite. Puta que pariu ela segurou meu p*u com uma mão, passou a língua na minha boca e desceu beijando meu peito, minha barriga. Aymê- vai me dá leite na boca? Ela falou manhosa véi, quando ela colocar a boca eu vou gozar é muita s*******m. Samurai- te dou o que você quiser . Ela abriu a boca e já engoliu tudo, sem carinho só jogou meu p*u na boca, parou com ele todo na garganta e me olhou sorrindo, p***a! Ela tirou a boca e segurou meu p*u olhando pra ele mano, passou a ligua nos lábios, e depois passou na cabeça devagar, ficou chupando só a cabeça enquanto bate uma,ela chupou até eu gozar, eu ia tirar más ela puxou, eu gozei na boca dela, ela engoliu tudo e riu pra mim. Aymê- deita. Samurai- eu vou te chupar. Aymê- você manda no morro, em mim não, eu vou sentar pra bandido agora, eu quero sentar. Samurai- filha da p**a! Pedindo assim eu obedeço. Ela riu. Aymê- pedindo não c*****o, mandando. Deitei, ela subiu em cima de mim, sem encaixar, me beijou, passou a cabeça do meu p*u ao redor da b****a dela, que dona do c*****o, ela encaixou a cabeça e ficou tirando e colocando. Samurai- para véi. Aymê- já? Você não é o fodão. Ela sentou com força de uma vez. Samurai- p***a! Vai machucar meu p*u. Aymê- eu vou te machucar, eu vou te maltratar. Ela falou cantando, começou a rebolar devagar, segurei os p****s dela, ela senta gostoso demais, que quicada é essa? Ela trava e solta, e ainda aperta meu p*u, quando ela viu que eu ia gozar ela tirou. Samurai- p**a que pariu que s*******m, parei. Aymê- parou p***a nenhuma, vai ficar quietinho ai é só vai gozar quando eu deixar. Ela sentou de novo deslizando no meu p*u, me beijou, é voltou a quicar de trás pra frente, a cintura dela se balança sem esforço, o suor escorre pelo corpo dela e faz ela brilhar, segurei na b***a dela e apertei ela contra o meu p*u, puxei ela meti a língua nesses p****s, ela gemeu. Samurai- goza no p*u do seu bandido. Ela rebolou devagar e gozou. Aymê- eu g**o bandido gostoso. Ela falou suspirando, más sem parar de rebolar, eu gozei feito louco , puxei ela pra mim e beijei com carinho, ainda encaixados um no outro, ficamos abraçados e suados, eu amo essa morena. Ela saiu de cima de mim, deitou do meu lado, a cama de solteiro é suficiente para nós, os corpos se juntam ainda mais, ela me beijou. Aymê- tô com medo daquele cara, tenho medo que ele faça m*l pra você. Beijei a testa dela. Samurai- ninguém vai me tirar de você. Nos beijamos e fizemos amor de novo, eu que até um dia desse só comia, fodia , trepava, tô aqui fazendo amor, com o meu amor, dormimos exaustos do dia, que foi bem lombrado. Acordei e vi ela deitada no tapete quietinha, com a mão na barriga já me liguei, deitei do lado dela, beijei o rosto dela. Samurai- tá doendo amor? Ela fez que sim com a cabeça. Samurai- vou lá comprar um remédio pra você. Dei um selinho nela, joguei uma água na cara, fui lá no Chicão comprar umas paradas pra ela comer, passei na farmácia que é perto da casa do LK, decidi da uma telada, p***a a casa tá toda vomitada, uma bagunça da p***a. Ele tá jogado no sofá, olhando pro nada. Samurai- tá na rebordose né filho da p**a? Cadê a Iasmim. LK- tá na casa da mãe da Isa, tenho que pegar ela. Samurai- tu vai dar um jeito nesse chiqueiro e nessa cara que eu vou buscar ela, e nós vai conversar direitinho pode crê? Ele não respondeu, conversar com ele não vai dar em nada, vou atrás da cura da doença dele. Voltei na casa da Aymê, dei o remédio pra ela, ela quase não comeu. Samurai- vou sair rapidão, vou na barra buscar a Iasmim na casa da vó dela. Eu podia mandar qualquer soldado ir lá, más eu vou trombar a Isa e ela vai ouvir minha ideia por bem ou por m*l, já deu essa história de ficar escondida enquanto meu parceiro se fode. Aymê- tá bom. Dei um beijo na Aymê , resgatei o neném pra ir na missão comigo. ❤Eita que o cara é brabo, será que esse Jamal vai dar problema? eita que neném esplanou o lance com a Rafa, más mentiu não era esse o B.O dele com samurai, se um dia mole tá fudido,LK reagiu igual eu todo fim de semana, com a cara na cachaça e no outro dia na ressaca, esse casal não dá é muita química pra pouca história, wonty que bandido cuidadoso, será que vai rolar essa idéia do samurai com a Isa? Quero é ver.
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