Entrar para o crime

3533 Palavras
Aymê narrando- o samurai não podia ter feito isso, a Isa deve tá com muito ódio de mim, e com razão, eu contei para o Samurai sobre a vida dela, ele se achou no direito de se meter, ele se acha mesmo o dono do mundo e praticamente obrigou ela a contar para o LK ,tomara que eles se entendam. O samurai chega com a Iasmim. Eu tô com tanta cólica que não tô conseguindo nem pensar direito, tenho vontade de gritar de dor , todos os meses a mesma coisa, eu vou no inferno e volto. Samurai- ainda não melhorou amor? deixei A Isa lá com LK pra eles trocar ideia. Não respondi , tenho muito pra falar e tenho muita dor também, não dá. Samurai- vixi tá bolada porquê eu fui atrás da Isa? Aymê- na boa eu tô com dor e não quero conversar, é melhor você ir pra sua casa. Samurai- qual foi? Tá me mandando embora? Tudo tem que ser do jeito dele e isso me irrita. Aymê- eu tô com dor, por favor só me deixa ficar aqui quieta na minha. Samurai- de boa, e eu faço o que com a Iasmim? Aymê- você leva ela pra sua casa e cuida dela, se vira. Samurai- de boa pô. Ele saiu com raiva é claro, o bandido mimado não tá acostumado a ser contrariado, tô nem ai eu não tô com saco nem pra mim. Tomo um remédio, um banho morno e fico deitada no chão esperando a dor passar, más ela não passa, não consigo comer, não consigo fazer nada além de ficar deitada no chão rezando pra essa dor passar, dá vontade de rasgar e tirar com a mão, essa dor além de ser forte, me faz lembrar que eu não posso ser mãe, que não posso gerar uma vida. O Jeff entrou no meu quarto, sentou no chão perto de mim. Jeff- f**a né todo mês passar por um bagulho desse. Balanço a cabeça. Aymê- como vai a Naty e o bebê? Jeff- ela tá bem e o bebê também. Aymê- que bom, e você? Jeff- meio perdido, sou novo pra ser pai, e não tenho grana pra p***a nenhuma, não sei o que vou fazer. Aymê- tarde demais pra você pensar assim, vamos dar um jeito não vai faltar nada para esse bebê. Jeff- como não vai faltar nada pra ele Aymê? Se falta pra gente, vai faltar pra ele. Aymê- não vai faltar. Jeff- más agora você é a mulher do chefe, ele vai te dar tudo o que você quiser. Aymê- eu não quero nada dele. Jeff- pô a Naty tá com uns exames aí pra fazer do bebê, e eu não tenho grana e nem a minha mãe tem, o pai dela é só jogando piadinha toda hora, eu não sei mais o que fazer, vê com o Samurai se não tem um trampo pra mim lá na boca , eu sei que eu vacilei uma vez más se você falar com ele. Aymê- tá de s*******m né? Jeff- não tô de s*******m Aymê, tenho que dar as coisas pro meu filho e pra mãe dele, é f**a ficar ouvindo piadinha véi , você não sabe como é. Aymê-então vai arrumar um trabalho de boa. Jeff- e quem vai me dar esse trabalho de boa? Aymê- vamos dar um jeito eu já te falei, más nada de crime, o crime não é uma opção. Jeff- as coisas por aqui mudaram, seu namorado é o pior bandido e você odiava ele, você não pode me impedir de correr atrás, pra dar o que meu filho e mãe dele precisam, eles não vão viver nessa miséria que a gente vive. Aymê- esquece você não vai entrar pra boca, você não vai dar esse desgosto pra mim e nem pra minha mãe. Jeff- p***a Aymê na real mesmo, você não tem moral pra falar p***a nenhuma, eu vou fazer o que eu tiver que fazer. Ele levantou e saiu do meu quarto. Ultimamente tá difícil ter um dia de paz por aqui, o Jeff não pode entrar para a boca, eu preciso fazer alguma coisa para impedir, más fazer o que? Ele tem razão em tudo o que disse, e principalmente sobre eu não ter direito de pedir pra ele não entrar para o crime, sendo que o homem que eu amo é o pior deles, uma lágrima silenciosa escorreu pelo meu olho, o que meu pai pensaria e sentiria ao me ver agora? falhando em tudo o que eu prometi, acabei dormindo no chão mesmo, acordei com o Samurai fazendo carinho no meu rosto. Samurai- foi m*l ai , te acordei. Eu sorri, desde que ele entrou na minha vida eu não mando más no que eu sinto, a raiva passa quando ele me olha assim, como se eu fosse a pessoa mais importante da vida dele. Samurai- ainda tá brava comigo? Aymê- claro! Por sua culpa eu não tenho mais amiga. Samurai- fui deixar a Iasmim na casa do LK, eles se acertaram, tão de boa agora, depois eu vou trocar ideia com a Isa ,ela não vai ficar com raiva de você, más se ela ficar eu posso ser sua amiga também. Aymê- como vou falar de m*l de você pra você mesmo? não dá. Samurai- se liga! tem nada pra falar m*l de mim não, sou um anjo. Aymê- claro! Samurai- fiquei bolado que tú me mandou embora, nada a ver pô. Aymê- é tá fazendo o que aqui? Samurai- trouxe chocolate, mc donald's , sorvete, coxinha, um monte de doce. Aymê- acha que me comprar com comida? Samurai- tenho certeza. Aymê- com um beijo eu já me vendo pra você. Ele chegou bem pertinho de mim, beijou meu rosto, me deu um selinho e me beijou devagar, parou o beijo me olhando. Samurai- você é linda! Eu ri, ele puxou uma mecha do meu cabelo e cheirou de olhos fechados. Samurai- e a dor? Deu uma aliviada? Aymê - um pouco. Samurai- tú ja viu essa parada ai com o médico? Aymê- já, não precisa se preocupar. Samurai- fico m*l vendo você assim, com dor . Dei um selinho nele. Ayme- não precisa, vai passar. Ele trouxe um monte de comida, muita besteira, comi algumas coisas, fomos para a sala ver filme, deitei a cabeça no colo dele. Minha mãe chega da igreja. Claudia- Boa noite samurai. Samurai- Boa noite dona Claudia. Cláudia- tá melhor Aymê? Aymê- tô sim mãezinha. Cláudia- o culto hoje foi bênção, vocês podiam ir lá fazer uma visita. Samurai- vou sim dona Claudia, se pá eu vou colar lá domingo. Ela deu um beijo na minha testa. Claudia- vou tomar banho e dormir, amanhã tenho uma faxina pra fazer e tenho que acordar cedo. Mal sabe ela que o Jeff tá querendo entrar no labirinto onde a saída é praticamente impossível, eu falo com ela depois , vou deixar ela ter uma noite tranquila. Aymê- mãe o Samurai trouxe lanche come um pouco antes de dormir. Cláudia- huum não vou recusar. Ela sentou pra comer, não consegui me concentrar no filme, fiquei pensando em tudo o que eu quero, meu sonho de ser uma estilista e sair daqui dessa favela, ter uma vida melhor e dar para a minha família uma vida melhor, não é só um sonho é uma missão e eu não posso falhar nela. Samurai- vamos dormir lá em casa amor? Aymê- a nem! Samurai- bora? Eu te levo na faculdade amanhã. Eu não posso faltar amanhã mesmo com dor, tem aula do Daniel eu não posso me dar m*l mais uma vez, lembrei que não tenho mais o dinheiro para pagar a prova, o LK não vai mais precisar de mim para olhar a Iasmim, preciso fazer alguma coisa. Aymê- você não vai me querer por perto, com dor, chata, e não vamos fazer nada. Samurai- você é chata com dor e sem dor, só quero ficar perto, cuidar de você. Aymê- tá, vou aceitar só pela carona para a faculdade. Samurai- não é por mim? Aymê- não! Falei sorrindo. Arrumei as minhas coisas e fui com ele, ficamos deitados na cama assistindo, a dor voltou e comecei a suar e querer rolar de dor, me segurei para ele não perceber, mesmo assim ele percebeu. Samurai- dor? Aymê- humrum! Ele desceu e voltou com um chá, o remédio e me deu, tomei o remédio e o chá e deitei no peito dele, ele ficou passando a mão na minha barriga. Samurai- vai passar! Ele ficou fazendo carrinho na minha cabeça, o remédio fez efeito e eu dormi sem perceber. Acordo com o celular despertando, merda vazou sangue da minha roupa e sujou a cama dele, que merda, que vergonha, senti vontade de chorar, de sair correndo, sem saber o que fazer, sentei na cama com a roupa suja. Samurai - i qual foi? Dá nada não amor, vai lá tomar banho que quando você voltar vai tá tudo limpo. Não tinha percebido que ele tinha acordado, fiquei com vergonha de olhar pra ele. Aymê- desculpa. Ele beijou minha nuca. Samurai- para de ficar grilada com isso, bom dia meu amor. Aymê- bom dia . Levantei sem olhar pra ele, morrendo de vergonha fui para o banheiro, tomei banho lavei minha roupa no chuveiro, ele deve tá com nojo, pensando que eu sou uma porca, que merda. Me troquei no banheiro mesmo, sai do banheiro , ele já tinha trocado toda a roupa de cama. Samurai- porque não fica em casa, vai pra faculdade com dor? Aymê- não tá mais doendo, e eu não posso faltar. Samurai- tá de boa mesmo? Aymê- tá sim. Dei um selinho nele, ainda sem graça. Descemos ele pegou a chave da moto, me deu um capacete, subi na garupa agarrei ele, e descemos ele parou na padaria. Descemos da moto entramos na padaria. Samurai- bom dia Chicão. Chicão- bom dia samurai, bom dia Aymê! Aymê- bom dia! Os olhares sobre mim vieram de todas as partes, julgando, eu tenho certeza, fiquei até sem graça, comecei o dia literalmente sem graça. Não sei se o Samurai percebeu que eu fiquei sem jeito, más ele puxou minha mão e entrelaçou na dele. Samurai- quer comer o que amor da minha vida? Ele falou alto, as pessoas olharam de uma vez pra mim sem disfarçar. Aymê- só um café mesmo . Fomos até o balcão as atendentes que sempre foram legais comigo, me olham de cara fechada, até as que eu conheço. Tomei o café ele comeu alguma coisa, as pessoas da favela que já não gostavam mesmo de mim parecem me odiar agora, eu virei o assunto principal do morro, isso nunca me importou e não vai me importar agora, más elas sequer disfarçam. Saímos da padaria e fomos para a faculdade de moto, por aqui também não é diferente, a Rafaela passa olhando, solta um sorrisinho torto, o Daniel passa por nós ,e passa direto com a cara fechada. Samurai- qualquer coisa você me liga que eu venho te buscar. Aymê- tá bom, más eu não tô mais com dor. Ele me deu um beijo daqueles de tirar o folego, ele realmente vive como se tivesse o controle de tudo. Samurai- boa aula amor. Aymê- obrigada. Ele subiu na moto e saiu eu fiquei olhando, que vontade de não entrar nessa faculdade e voltar para os braços dele, onde meus problemas parecem não existir. Entrei na faculdade e dei de cara com a Isa no pátio sentada me olhando, não sei se aqui é o momento para ter essa conversa com ela, mesmo assim sentei do lado dela. Aymê- Bom dia! Isa- Bom dia Aymê. Aymê- eu sinto muito por tudo que eu causei a você, me desculpa. Isa- não foi legal você ter contado para o Samurai. Aymê- a ultima coisa que eu quero é que você fique magoada comigo. Isa- eu tô magoada sim, eu e o LK voltamos, ele foi perfeito comigo, tenho minha família de volta e sei que um dia vou conseguir me livrar dos fantasmas da minha vida. Eu ia dizer que o Samurai já me contou que eles ficaram de boa, más preferi não falar. Aymê- estou muito feliz por isso, e sei que você vai conseguir superar a dor junto da sua família, você pode contar comigo. Isa- eu sei disso, más confiar em você eu não posso mais. fiquei sem graça quando ela falou isso, más eu entendo. Aymê- eu entendo. eu ia levantar e ela falou. Isa- e você também não precisa mais ficar com a Iasmim, eu voltei pra casa. Não consegui responder, um nó se formou na minha garganta, e eu apenas balancei a cabeça, fui no banheiro lavei o rosto, eu gosto muito da Isa, a amizade dela vai me fazer falta, olhei para o espelho e vi a Rafa. Rafa- oi Aymê? Aymê- oi Rafa. Rafa- então você e o Pablo se assumiram de verdade, você é a rainha do Turano? Isso não pode tá acontecendo comigo. Aymê- eu não sou rainha de nada, eu amo ele. Rafa- amou até rápido, pra quem odiava tanto, ama ele ou a vida que tá te dando? Aymê- Rafaela você é tão medíocre quanto os seus pensamentos, eu quero muito ter dinheiro , ter uma vida boa , más não as custas de ninguém como você faz, eu vou subir no topo más eu mesma vou construir a escada, eu não sou você. Peguei minhas coisas e deixei ela lá no banheiro falando sozinha, entrei na sala o Daniel já tá sentado na mesa dele. Aymê- licença professor. Ele nem me olhou, diferente de todos os dias sentei na ultima carteira no canto da parede. Alguns minutos depois o professor levantou e iniciou a aula. Daniel- Bom dia , hoje encerra o prazo para pagar o boleto da prova substituva para quem não compareceu no dia da prova, e para quem ficou com nota baixa essa é ultima chance de não reprovar na minha matéria. È o que vai acontecer comigo, reprovar na matéria dele, eu não tenho dinheiro para pagar o boleto, e não terei para pagar a matéria no próximo semestre já que a bolsa não cobre. Ultimamente eu só tenho tido motivos para chorar, nada tem dado certo pra mim, lembrei do sorriso do Samurai, ele é a única coisa boa na minha vida. Daniel- Atividade em dupla sobre modelagem de alta costura nos anos 1990. as duplas vão se formando na sala. Julia- posso ser sua dupla Aymê? Aymê- Claro! Ela senta do meu lado, discutimos e elaboramos o trabalho que o professor pediu. Júlia- acho que nosso trabalho está pronto. Aymê- sim! Júlia- eu posso te fazer uma pergunta? Aymê- pode. Júlia- eu te acho muito bonita, muito mesmo. Aymê- obrigada. Júlia- é verdade que você partiu o coração do professor Daniel, com um traficante do morro do Turano? Aymê- quem te falou isso? Júlia- é só olhar para o professor e ver que ele tá sofrendo, e que vocês não são mais como eram antes, e os meninos do curso de Odonto que pegam droga no morro, reconheceu seu namorado, quando ele veio te deixar, ele é o chefão de lá né? Aymê- acho que isso não é da sua conta e da conta de ninguém aqui. Júlia- calma Aymê, eu não vou te julgar, ele tem irmão ou um amigo? pra você me apresentar, eu sempre quis um bandido pra chamar de meu, deve ser muito bom, viver no perigo, ouvir aquela voz grossa mandando em você, todo malvado, cara de m*l. eu ri, é cada coisa nesse mundo que vou te contar, más nem vou julgar né acho que não tenho moral pra isso. Aymê- ele não tem irmão, más se eu ficar sabendo de algum amigo dele eu te aviso pode deixar. Júlia- você podia me levar pra sua casa um dia, pra curtir o baile, eu ia amar. eu ri. Aymê- claro, qualquer dia desse. Entregamos o trabalho, o Daniel recolheu sem me olhar. Daniel- quero conversar com você. Aymê- tudo bem. fiquei sentada esperando todos saírem para o intervalo e sentei na carteira que fica de frente pra mesa dele. Daniel- Quero saber se você tá trabalhando. Aymê- não. Daniel- tenho uma proposta de trabalho, para esse fim de semana, um desfile em Brasília para uma marca famosa, eles vão pagar muito bem, é para agência daqueles meus amigos que você conheceu em São Paulo e que não pararam de elogiar sua beleza, eles querem você lá. Preciso muito trabalhar, pelo menos para ajudar o Jeff a mudar de ideia quanto a entrar para o crime, e trabalhar com o que eu gosto é um sonho. Aymê- posso pensar ? pensar significa conversar com o Samurai. Daniel- claro que pode! até amanhã. Aymê- obrigada. Daniel- ele é seu namorado? o cara que tá vindo te deixar ficou serio mesmo o lance de vocês dois. Ele tá falando do Samurai. Aymê- é! você é uma pessoa legal e vai encontrar alguém legal também. Daniel- o problema é que eu já encontrei, más desencontrei ao mesmo tempo. Fiquei sem graça. Aymê- até amanhã então. Fui para o intervalo, vi a Isa e fiquei triste por não poder sentar com ela , e conversar eu tenho tanta coisa pra falar pra ela, queria tanto ouvir os conselhos dela, más não posso fazer nada, vi quando a Rafa sentou do lado dela e começaram a conversar sorrindo, o problema é mesmo comigo. Levantei e voltei para a sala vazia , esperando a próxima aula, espero que as coisas possam dar certo um dia e que essa maré de coisas ruins passe logo. Mandei mensagem para o Samurai ,para ele não vim me buscar, as pessoas já sabem sobre ele por aqui, e podem fazer alguma coisa pra prejudicar ele, é melhor deixar ele guardado no morro, a aula acabou e eu sai e fui para o ponto de ônibus, a Isa passou de carro , nem me olhou, depois a Rafa do mesmo jeito, peguei o ônibus lotado , um homem passou sarrando em mim, uma mulher pisou no pé, eu respirei fundo, como faço em todos os momentos ruins, eu fecho os olhos e me imagino em momentos bons, dessa vez meus pensamentos me levaram para outro lugar, nenhum carro luxuoso, nem mansão chique, más me levaram para os braços do samurai, eu ri e o ônibus lotado pareceu menos r**m. chego na entrada do morro, eu ia chamar o moto taxi, más o neném chega perto. Neném- eu te levo. Aymê- não precisa. Nénem- sem treta, eu tô de boa eu sempre te resgato lembra? Subi na moto, ele me deixou na frente de casa. Neném- relaxa pô! falar o que eu sinto é uma parada, saber que não vai rolar é outra, eu sei do meu lugar. Aymê- não fica magoado comigo. Neném- tá de boa, tô tentando me entender com a Rafa. Aymê- espero que vocês sejam muito felizes. Neném- de rocha. Aymê- e meu amigo você ainda pode ser? Neném- é nós pô, to aqui toda hora. Entrei em casa a minha mãe tá fazendo o almoço. Aymê- Oi mãe. Claudia- oi filha. Aymê- chegou cedo, ou não foi para a faxina? Claudia- fui más cheguei atrasada por causa do metrô e a mulher não quis mais, só gastei o dinheiro da passagem. Aymê- eu prometo que um dia isso tudo vai passar. Claudia- eu creio. vi compras em cima da mesa, sacolas pelo chão muitas coisas. Aymê- fez compras? Claudia- O Samurai mandou entregar. Aymê- não é pra aceitar mãe! Claudia- ele ajuda a comunidade qual a diferença de ajudar aqui em casa? ele já fez isso outras vezes. Aymê- as pessoas já acham que tô com ele por interesse, se a gente aceitar vão ter certeza. Claudia- desde quando você liga pra isso? desde quando se importa com o que elas pensam. Aymê- desde quando todo mundo passou a me odiar. Entrei no meu quarto, tirei a blusa, o tênis, me joguei na cama, eu tenho que fazer esse desfile, eu tenho que ir. Comentem e votem , isso é muito importante para essa autora! ?Onde vende um samurai desse que eu quero comprar pra mim, Aymê ficou bolada com nosso bandido, más qual a raiva que não passa quando ele mima ela. Jeff querendo entrar pro correr, e ai ela vai conseguir impedir? Poxa Isa pegou pesado com sua amiga, ela não fez por m*l, ela foi obrigada, a Rafa não perde uma, Aymê tá se sentindo sozinha, sem grana, sem trabalho , tá tudo dando errado. Neném se reaproximando dela, ele vai conseguir segurar a onda?
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