P.O.V. Karl Hoffmann. Assim que voltamos para casa e entramos, logo em seguida ouvimos a campainha tocar. Abri a porta e avistei Carlos, o mesmo parecia um pouco preocupado. — O que houve? — Creio que temos um problema — respondeu ele entrando, andando até a sala. — É um problema muito grande? — perguntou Anna. — Não, mas pode acabar sendo. — Então diga-nos, o que foi que houve?! — Acredito que Elliot possa estar desconfiado. Hoje ele me pediu para ir até seu apartamento e assim que cheguei, ele começou a me interrogar, se eu havia percebido alguma diferenças entre os clones dos cristais e do talismã. — E o que você respondeu? — Que eu ainda não havia visto os verdadeiros, então eu não iria notar as diferenças. — Que d***a! Será que ele confiará em você novamente? — indagou A

