Capítulo 12 - A magia.

1024 Palavras
— Então, consegue fazer o feitiço? — perguntou Elliot. — Eu não sei, esse feitiço é forte e eu precisaria das outras bruxas e não sei se elas irão querer me ajudar — respondeu Katherine. — Você poderia conversar com elas? — indagou Anna. — Pelo menos tentar. — Talvez, mas não é certeza. — Tudo bem, obrigada mesmo assim — sorriu Anna. — Eu vou tentar fazer contato com as outras bruxas. Posso fazer aqui? — Fique a vontade — respondeu Noam. Katherine sentou no tapete, de frente para a pequena mesa que estava na sala. Ela pegou algumas velas e as colocou em cima da mesa, as acendendo em seguida. Katherine agora estava com os seus olhos fechados, tentando concentrar-se. Algum tempo depois, Katherine começou a fazer contato com as bruxas. Agora as lâmpadas começaram a falhar e o fogo das velas começaram a ficar intensos. Logo depois, Katherine saiu de sua transição, voltando e abrindo os olhos. — Está tudo bem? — perguntou Liam. — Elas concordaram, vão nos ajudar — responder Katherine, levantando-de do chão. — Muito obrigada! — agradeceu Louise. — O feitiço acontecerá amanhã, às meia-noite. Por favor, não se atrasem. — Estaremos lá — disse Noam. — Acha que vai dar certo? — perguntou Anna. — Espero que dê — respondeu Elliot. — E se não der? Ainda teremos outra chance? — indagou Liam. — Talvez — disse Louise. Assim que Katherine foi embora, em seguida, Elliot e Louise retiraram-se também. — E agora, o que faremos? — perguntou Noam sentando-se no sofá. — O jeito é esperar — respondeu Liam. — Temos que encontrar nossos pais também — disse Anna. — E como faremos isso? — Taí o problema. P.O.V. Hoffmann. Assim que Elliot e Louise chegaram no apartamento de Elliot, os mesmos encontraram Karl sentado na poltrona da sala, os esperando. — Finalmente, pensei que teria que dormir aqui — disse Karl levantando-se. — O que está fazendo aqui? — perguntou Louise. — Louise — sorriu cínico. — Quanto tempo — O que faz aqui? — perguntou Elliot. — Vim fazer uma surpresa para vocês. — Nós não temos nada para falar com você, então se não for muito incômodo, peço que se retire da minha casa — pediu Elliot. — Vai mesmo expulsar-me da sua casa, Elliot? Pensei que gostariam de rever-me — sorriu debochado. — Saía! — Tudo bem — disse Karl aproximando-se da porta. — Boa sorte para tentarem m***r o seu próprio irmão — disse ele retirando-se do apartamento. — Como ele sabe? — indagou Louise. — Não faço ideia! Provavelmente alguém está contando os nossos planos para ele. — Mas quem? — Acredito que seja a pisadeira, Kate! Ela esteve no quarto da Louise, e Karl provavelmente deve ter a mandado lá. — Será que a pedra que ela nos deu, é a verdadeira? — Não sei, mas se for falsa, é uma cópia ótima. — E agora? — Vamos ter que fazer o feitiço para termos certeza. — Que d***a! E se mostrarmos para a Katherine? — Não acredito que ela vá perceber ou diferenciar P.O.V. Anna Green. Havia saído para distrair a minha mente um pouco, pois esse assunto de magias, estavam-me deixando ‘stressada’. Entrei no bar, onde eu e os meus irmãos já eram acostumados a ir, e sentei-me no banco, de frente para o balcão. — O que vai pedir? — perguntou o barman. — Apenas uma cerveja, por favor. — Claro. Assim que o barman retirou-se, Karl aproximando-se e sentou ao meu lado, novamente. — Que bom revê-la por aqui novamente — sorriu ele. — Para mim, é o maior desprazer em reencontrá-lo — respondi sem olhá-lo, com os meus olhos ainda no cardápio. — Qual foi — colocou uma de suas mãos em meu queixo, tentando virá-lo. — Não me toque! — retirei sua mão de mim, o olhando agora. Suspirou ele. — Nós não fomos apresentados decentemente. Prazer, sou Karl Hoffmann — estendeu sua mão. — Onde estão os meus pais? Assim que eu perguntei, o barman havia voltado com a cerveja. — Aqui está — disse o homem, colocando a cerveja na minha frente e logo em seguida retirando-se. — Ótima bebida — sorriu levemente. — Vai responder a minha pergunta, ou vai ficar mudando de assunto? — Seus pais estão bem, não se preocupe. — E pelo qual motivo você os pegou? Por que precisa deles? — Creio que esse assunto não lhe pertence. — Eu só quero os meus pais de volta — respondi cabisbaixa. — Garanto que seus pais estarão de volta, quando você menos esperar. Karl levantou e retirou-se do bar. P.O.V. Irmãos Green. Assim que Anna voltou para a casa, a mesma direcionou-se até a sala e sentou no sofá, onde Liam e Noam estavam. — Karl apareceu no bar novamente. — Estou começando a supor que Karl está perseguindo você — respondeu Noam. — Ele está perseguindo todos nós! — Mas você foi a única com que ele conversou. — Está querendo insinuar o que com isso? — Não sei, talvez ele se sinta atraído por você. — Não seja i****a Noam! — O que o Noam falou não é idiotice Anna, talvez ele tenha razão — concordou Liam. — Até você? Pensei que você era o único sensato, mas já vi que estava errada. — Tem que começar a encarar os fatos Anna. — Os únicos fatos aqui, é de que vocês dois são uns idiotas! — Fala sério Anna! Ele "encontra" você duas vezes no bar e ele decide que você será a única com que ele irá conversar pessoalmente. Se isso não foi "paquera", então eu não sei o que é! — disse Noam. — Ele disse sobre os nossos pais — disse Anna, tentando mudar de assunto. — O que ele falou? — perguntou Liam. — Que nossos pais estão bem e quanto menos esperarmos eles estarão de volta. — O que ele quis dizer com isso? — Eu não sei, talvez ele solte em breve os nossos pais. — Espero que não seja tarde, tenho tantas perguntas a eles.
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