Capítulo 16 - O resgate.

1079 Palavras
Assim que os Green e os Hoffmann chegaram na casa, onde Anna estava, os mesmos desceram do carro e seguiram em direção a entrada. O lugar se encontrava num local distante da cidade. A casa era média, havia um pequeno muro e em seu meio, um pequeno portão. Em seu redor, era repleto de gramados e árvores. Os Green, Elliot e Louise entraram na casa primeiro, para depois Karl entrar e resgatar Anna. Assim que Karl entrou na casa, o mesmo caminhou até os quartos, tentando encontrar Anna. Algum tempo depois, Karl conseguiu ouvir alguns gemidos de dor, vindos do porão. Ao chegar no mesmo, Karl abriu a porta e desceu vagarosamente, tentando não chamar atenção ou fazer barulhos. — Último aviso Anna, ou a próxima bala será na cabeça — sorriu o homem sádico. — Eu já disse, eu não sei onde estão! — exclamou Anna chorando. Assim que o homem foi pegar a sua arma, Karl rapidamente correu até ele e quebrou seu pescoço, em seguida, arrancando sua cabeça. — Anna — disse Karl, abrindo a cela e a tirando. — Como soube que eu estava aqui? — Eu conheço uma bruxa. — Tem outros nesta casa, eles vão vir até aqui. — Está tudo bem Anna, seus irmãos estão aqui. Vem — disse Karl, a puxando pela mão e a levando até o carro. Assim que ambos chegaram até o Carro, Karl colocou cuidadosamente Anna no acento de trás, sentando ao seu lado. — Ai — gemeu Anna com dor, colocando as suas mãos em sua barriga. — Está com dor? — A bala ainda está aqui, o ferimento não irá cicatrizar se a bala não sair. — Tudo bem, eu posso ajudar-lhe. Onde está o ferimento? Anna subiu sua blusa, até a barriga, mostrando a ferida, que a mesma estava atingida no lado da cintura. — Tudo bem, isso vai doer um pouco, mas vai ser rápido. Assim que Karl colocou sua mão no ferimento de Anna, tentando retirar a bala, a mesma começou a gritar de dor, com os seus olhos marejados. — Pronto, eu já retirei, está tudo bem — disse Karl jogando a bala fora. — Obrigado — agradeceu Anna ofegante, ainda com dor. Karl sorriu levemente. — Onde estão os outros? — Eles devem estar falando com algum dos homens. Bem, eu já vou indo. — Não! — exclamou Anna, pegando na mão de Karl. — Por favor, não me deixe sozinha. — Tudo bem, eu vou ficar aqui. P.O.V. Irmãos Green e Hoffmann. Os Green e os Hoffmann estavam na sala da casa, com um dos homens amarrados numa cadeira, tentando saber do porquê haviam sequestrado Anna. — Então me diz, por que vocês pegaram a minha irmã? — perguntou Liam. O homem os olhou com repulsa, ignorando a pergunta. — Acho que tenho uma ideia melhor — respondeu Noam. — Que tal, eu torturá-lo? Para cada pergunta que ele não responder — sorriu sádico. — Eu amei essa ideia! — concordou Louise, aproximando-se de Noam e ficando de frente para o homem. — Então é melhor abrir a boca — disse Liam. — Vocês não vão conseguir saber de nada! — respondeu o homem com a sua fechada. — Tudo bem. Noam pegou um alicate, que havia em cima da lareira e se aproximou novamente do homem. O mesmo pegou as mãos do moço e cortou um dedo, fazendo com que o homem gritasse. — O primeiro será esse, qual será o próximo que eu vou escolher? — perguntou Noam, com o dedo do homem em suas mãos. — Então, o que querem?! — indagou Elliot. — Nosso chefe quer os cristais — respondeu o homem com dor. — E por que? — disse Liam. O homem novamente ignorou a pergunta, os olhando ainda irritado. — Ok — disse Noam. — Não, agora é a minha vez — falou Louise, aproximando-se do homem. — Tudo bem, tudo bem! Eu falo — respondeu o moço. — Então diga-nos! — disse Elliot. — Ele quer as pedras para reuni-las e m***r todas as criaturas. — E quem é o seu chefe? — perguntou Noam. — Não sabemos, ninguém o viu ainda. — Viu como é fácil falar?! — falou Liam. — Obrigado — agradeceu Elliot. Os mesmos saíram da casa o deixando amarrado. Ao voltarem para o carro, entraram no mesmo e seguiram para a casa dos Green. — Você está bem Anna? — perguntou Liam. — Eu estou, Karl me ajudou. — E onde está o Karl? — indagou Elliot. — Ele foi embora Ao chegarem na casa dos Green, os mesmos desceram do carro e caminharam até a porta, entrando em seguida e direcionado-se até a sala. — Descobriram o que eles queriam? — perguntou Anna sentada no sofá. — Eles estavam querendo os cristais, o chefe deles os mandou para pegá-los — respondeu Noam. — E quem é o chefe deles? — Não sabemos, eles também não sabem e nunca o viram — disse Liam. — E como ele nos conhecem? — Também fiquei intrigada com isso — disse Louise. — Talvez eles já tenham nos visto, principalmente o chefe deles — falou Elliot — Ele sabe que os cristais estão com a gente — disse Liam. — Só precisamos recuperar o da Kate — respondeu Noam. — Espero que não seja complicado. Assim que Elliot e Louise foram embora, os Green subiram para os seus quartos e foram descansar. P.O.V. Anna. Estava no meu quarto, terminando de escovar os meus dentes. Assim que saí do banheiro, avistei Karl na janela, esperando por mim. — O que está fazendo aqui? — Vim ver se você está bem — respondeu ele aproximando-se. — Eu estou bem, obrigado. — Certeza? — perguntou ele com as suas mãos no rosto. — Sim, não precisa se preocupar — abaixei a minha cabeça, olhando para o chão. Karl olhou-me fixo, levantando meu rosto para olhá-lo. — Está tudo bem não se sentir bem Anna. Hoje o que você passou, foi... — o interrompi. — Não! Por favor Karl, eu não quero falar sobre isso. — Tudo bem. — Já pode ir. E eu estou bem. Já estou melhor! — Ok, já estou indo. Enquanto Karl se afastava, eu continuava de pé o olhando, mas em seguida, Karl parou de andar, voltando rapidamente para a minha direção e em seguida beijando-me. — Karl... — afastei-me lentamente dele. Karl olhou-me e em seguida foi embora.
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