Capítulo 22 - Conflito de família.

1006 Palavras
— Vocês acham que a Anna trairia a gente? — perguntou Noam, no banco de trás do carro, junto com o seu irmão e os Hoffmann. — Acredito que não, é a Anna sabe — respondeu Liam. — Assim espero, porque se não, vamos ter sérios problemas — disse Elliot. — A minha mãe voltou — contou Liam. — Como? E você só nos fala agora? — disse Louise surpresa. — Sabem de como ela saiu de lá? — perguntou Elliot. — Acreditamos que possa ter sido Karl que tenha a tirado — respondeu Noam. — E pelo qual motivo ele faria isso? — Ele gosta da Anna, talvez ele tenha sentido "pena" dela e tenha tirado a nossa mãe. — Podemos falar com a sua mãe? — perguntou Louise. — Fiquem a vontade — respondeu Liam. Assim que os mesmos chegaram na casa dos Green, desceram do carro e seguiram em direção a porta, entrando em seguida. — Visitas? — indagou Martha. — Olá Elliot e Louise. — cumprimentou com um leve sorriso. — Oi Martha — cumprimentou Elliot. — É bom revê-la novamente, depois de tantos anos — respondeu Anna. — Então, o que querem? — perguntou Martha. — Queremos conversar um pouco com você, podemos? — disse Elliot. — Claro, fiquem a vontade. Mas por que não conversamos enquanto comemos? Acabei de preparar a janta. — Claro, tudo bem. Assim que os irmãos Hoffmann e a família Green sentaram na mesa, os mesmos começaram a comer e a conversar. — Então, sobre o que queriam falar? — No dia em que você e seu marido desapareceram, o que houve? — perguntou Louise. — Bem... Nós estávamos tentando fugir da sua família, então tivemos que fugir para longe e deixar os nossos filhos, mas felizmente nada os aconteceu. — Sobre isso, eu quero pedir desculpas pela minha família ter caçado vocês — Elliot se desculpou. — Agradecida! — E sobre a carta que você nos deixou, o que estavam escondendo? — indagou Liam. — Acho que isso é uma conversa para outra hora querido — sorriu Martha sem jeito. — Talvez você deveria contar do porque agora, mãe! — respondeu Noam. — Acho que não! — Mas nós deveríamos saber a verdade! — Noam, meu filho, eu disse outra hora, podemos? Noam a olhou irritado, batendo na mesa. — Você já nos escondeu coisas de mais, deveria começar a falar agora! — Não aqui e não me faça repetir. — Noam, por favor — pediu Anna. Noam suspirou fundo, tentando manter a calma, mas o mesmo não conseguiu. Noam se levantou e se aproximou de sua mãe, jogando seu prato no chão. — Noam! — exclamou Liam. — Pode deixar — sorriu Martha irritada. Martha se levantou e pegou uma faca de peixaria na gaveta da cozinha, em seguida voltou para a sala de jantar e rapidamente se aproximou de Noam, enfiando a faca em sua barriga, o fazendo ficar contra parede. — Eu sou sua mãe e você me deve respeito! Se eu digo que devemos conversar sobre o assunto em uma outra hora, então apenas aceite e cale a boca! — disse ela firme. Assim que Martha retirou a faca da barriga de Noam, a mesma pediu licença e subiu para o seu quarto. — Parece que Noam estragou tudo, de novo — disse Liam. — Talvez as perguntas fiquem para uma próxima — respondeu Elliot. — Antes de irmos, precisamos da pedra — pediu Louise. — Vou pegá-las. Enquanto Liam subia para pegar as pedras, Anna ainda se mantia na mesa, preocupada do que os mesmos iriam achar quando não encontrasse os cristais. — Elas não estão aqui — disse Liam descendo as escadas. — Como assim não estão aqui? — perguntou Noam confuso. — Você viu direito? — indagou Anna, tentando não demonstrar medo. — Eu vi, elas não estão aqui! — Karl deve ter as pegado — respondeu Elliot. — Que d***a! Será que ele pegou as que estavam na sua casa também? — Provavelmente. — E agora? Sem elas não temos como m***r o Karl — falou Louise. — Tudo bem, vamos manter a calma, Só me dê alguns minutos com ele. P.O.V. Irmãos Hoffmann. Assim que Elliot chegou na casa de Karl, o mesmo apertou a campainha e aguardou. Algum tempo depois, seu irmão o atendeu. — Elliot, que bom vê-lo — sorriu. — E vejo que trouxe uma Ninfa. — Olá irmãos, como está? — Sabe que estou bem. — Podemos entrar? — Claro, fiquem a vontade. — Agradecido. Assim que entraram, os mesmos direcionaram-se até a sala. — Então, o que vieram fazer? Tomar um chá com o seu querido irmão? — Talvez fique para depois. — É claro. — Vou direto ao ponto. Você pegou os cristais? — E por que eu pegaria algo se nem eu sei onde estão. — Sério? Por que sua cara diz outra coisa. — É? O que ela diz? — Que está mentindo! Por que quer tanto as pedras Karl? — Por que você quer tanto elas? Apenas para me m***r? Ou é mais que isso? — Vejo que não sabe de nada. — É, eu não sei de nada mesmo! — As pedras Karl. — Eu já lhe disse que não estou com ela, pare de ser insistente! — É claro. Alyia, quer fazer as honras? Alyia se aproximou de Karl, o olhando fixo. Em seguida, Karl começou a sentir dor de cabeça muito forte. Logo depois, Karl levantou sua cabeça. — Eu sou um vampiro de mil anos, vocês terão que fazer melhor — sorriu cínico. Karl se aproximou de Alyia e pegou em seu pescoço, a levantando. — Você não pode fazer nada contra mim! Elliot vendo que Alyia começou a perder seu fôlego, o mesmo enfiou uma lança nas costas de Karl, fazendo com que o mesmo caísse de imediato. — Nós vamos recuperá-las e quando estivermos com ela, nós vamos m***r você! Karl riu irônico. — É isso o que nós vamos ver.
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