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1338 Palavras
Capítulo Serena narrando Eu me encosto em uma árvore e fico ali , olho para o meu pé e vejo que estava inchado e só de encostar doía muito. — Merda - Eu falo respirando fundo. Não escutava mais vestígios de ninguém, nem mesmo as lanternas, parecia que não estava mais por aqui. Então espero mais um tempo e me levanto, mesmo sentindo muita dor, começo a caminhar, porém estava muito escuro, muito escuro mesmo. m*l conseguia enchergar nada, só tinha a luz da lua, mas continuo andando pisando lentamente para nao me machucar. Até que escuto passos e sinto um frio na espinha, uma luz na minha cara coloco a mão no rosto para proteger meu rosto. — Serena - A voz de Yan soa é ele abaixa a lanterna e eu encaro ele e ele me encara — Porque está aqui? - Eu pergunto para ele. — Maisa estava comigo quando você ligou - Ele fala - Pedro conseguiu rastrear seu celular e a gente estava procurando por você. - Quem me garante que não era você que colocou-a queres homens para me matar? - Se eu fosse te matar, mataria no morro e não fora. MATAR você fora seira um ato de covardia como dono de morro. - Como se você não fosse covarde ao aceitar que Ana é espancada pelo seu - Ele me encara - sobrinho - eu afirmo e ele me olha. - Sei que é confuso para você, mas se você soube-se o motivo , também odiaria a Ana Júlia. - Jamais - Eu respondo ele - Não sou baixa e suja dessa forma. - Acredito que você não queira ajuda - Ele afirma me olhando - Consiga ir embora sozinho - Ele se vira mas eu seguro seu braço. - Por favor não - Eu falo e ele.me olha - Eu estou machucada , não consigo caminhar direito, meu pé está doendo - Ele olha para o meu pé - Por favor me ajuda a sair daqui. Ele me olha e assente com a cabeça ele se aproxima de mim e me pega no colo com seus braços enorme,. - Precis ase segurat porque se nao vai cair - Ele fala Eu toda sem jeito me agarro em seu pescoço e ele me carrega , até que chegamos onde tinha dois carros , Maisa nos encara. - Porque.voce está com ela no.colo? - Maisa pergunta é Pedro se aproxima -Você está bem Serena? - Ele pergunta - Ela está machucada, vamos levar ela para o posto - Yan fala me colocando no carro. Uma professora misteriosa no morro, [09/02/2024 15:30] Capítulo YAN NARRANDO Serena estava sendo medicada e eu estava falando com Caio no celular, até que Arthur se aproxima. — Nem registro dos dois - Ele fala - Cadê anjinho? - Eu pergunto para ele - Não saiu do morro - Ele fala - Você está pensando no que eu estou pensando? - Desde que fiquei sabendo do que aconteceu - Ele fala Tadeu se aproxima de nós . - Aqui aplaca da moto mas como a gente imaginava, nome de laranja - Ele fala - E morto já. - A história de sempre - Eu respondo dando um soco na mesa - Está mais perto do que imaginei para as coisas acontecer. Eu e eles nos encaramos e maisa se aproxima de nós. - Eu preciso ir para casa - Maisa fala - Problemas femininos, eu volto mais tarde. - Eu te levo - Arthur.fala - Obrigada - Ela fala - Como esta Serena? - Eu pergunto - Vai ficar em observação até amanhã pela manhã - Ela fala - Preciso ir. Tadeu sai junto com eles e eu fico ali, mas Maisa para e pergunta. - Vai ficar aí? - Ela pergunta - Vou - Eu respondo, eu e Arthur nos encaramos. - Vamos - Arthur.puxa ela é ela assente. Ela me dar mais uma encarada e sai, depois eu e o Arthur nos encaramos pela última vez e ele.vai acompanhando a esposa. Eu me.levanto e vou até onde Serena está. Eu entro e ela estava de olhos fechados mas ela abre quando sente os meus passos. - Está melhor? '- Eu pergunto - Não foi nada grave - Ela fala se sentando na cama - Eu estou bem. Eu me aproximo dela ficando do seu lado e olho parao seu pé que estava enfaixado. - Obrigada - Ela fala - Por mais que eu ainda ache que aqueles homens tem haver com você. - Pode ter certeza que nao - Eu afirmo - Aliás, me intriga bastante porque uma professora teria gente querendo matar você. - Bandidos? Assalto? A casa estava vazia por muito tempo - Ela fala - Você disse que é viúva - Eu falo e ela me encara - Sim - Ela fala - Não poderia ser por causa dele? - Ela me olha - Jamais, meu marido era uma pessoa correta! - Ela afirma e eu a encaro - Não esta mais aqui quem falou - Eu falo para ela e a mesma me encara em silêncio. Uma professora misteriosa no morro, [09/02/2024 18:03] Capítulo 47 Serena narrando Eu olho para ele e por alguns segunfos sinto raiva dele por falar assim de Antonio, mas depois que descobri que Anjinho era filho de Antônio, se isso for verdade, eu ja nao sei dizer se o conhecia de verdade. Pensando nisso deixo algumas lagrimas cairem sobre o meu olho, ele me encara. - Porque está chorando? - Ele pergunta passando suas mãos em meu rosto e limpando as minhas lágrimas - Porque ainda esta aqui? Eu ja agredeci você e agora vai embora. - Eu não vou sair daqui - Ele afirma - Posso saber porque? - Porque tenho mais interesse do que você em saber quem invadiu a sua casa - Ele fala me encarando e eu o encaro engolindo seco. A minha cabeça dar um nó em diversas questões, eu olho para ele e penso emf alar a verdade mas sej que ele me mataria, porque por qual motivo maior ele e Antonio se odiava? E se ele realmente cumprimisse com o que disse e me matar quando souber da verdade ? E se Anjinho for filho de Antonio? E se ele matou o proprio pai ou se Yan matou o proprio irmão? - Seu sobrinho - Eu falo para ele e ele me encara - E se ele ficou com raiva de mim. - Ele não faria isso sem falar comigo - Ele afirma - E se você não tiver controle de tudo? - Voce sempre levanta suspeita sobre tudo não é mesmo? - Ele pergunta e eu o encaro - Você ja sabe o que vai fazer? - Continuar aqui, se não foi você e nem Anjinho, quer dizer que aqui eu estou segura - Ele me encara e eu olho para ele - Não é mesmo? - Fico feliz que você se sinta segura ao meu lado - Ele fala debochado - Não disse isso - Eu falo para ele vendo que me olhava com um olhar ironico. Eu respiro fundo e solto a respiração, eu olho para ele novamente que me encara, ele alroxima seu rosto do meu e a gente começa a se beijar, os nossos beijos ficam ainda mais intensos , eu passo a sua mao pelas suas costas e ele vem por cima e eu abro as pernas para que ele se encaixe , sem que machuque a minha perna. Eu tiro a sua camiseta, ele beija meu pescoço, eu fecho os olhos e mordo os meus lábios, ele levanta a minha camisola que Maisa tinha trazido, passando a mão pelo meu corpo, ele se encaixa melhor ainda no meio das minhas pernas, a porta é aberta e levamos um susto, olhando rapidamente para trás. - A paciente não pode fazer esforço. - Nao estou forçando o pé - A enfermeira me encara e fecha a porta Eu e Yan voltamos a nos beijar.
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