NINGUÉM MORRE

1514 Palavras

ANNA JÚLIA Eu continuei encarando ele com o meu olhar meio desviado pela pancada, e ele ficou petrificado na minha frente. Não sei se queria me matar no momento certo, ou se eu realmente o peguei de surpresa, mas foi isso. - Por favor... eu sei que esse é o seu objetivo! então por que não já colocar em prática? Não deixa o Martin vir aqui de novo e fazer isso comigo... - sangue e lágrima, lágrima e sangue caindo dos meus olhos. - Eu não vou matar você assim Grecco... eu não... deixa essa história i****a pra lá! - ele me encostou na parede e saiu de dentro da cela como se eu tivesse uma doença. - Por que não? qual a diferença? você vai mesmo me fazer passar por isso de novo? - implorei mais uma vez, mas eu sabia que eu não merecia exigir nada dele, eu nem sabia bem o por que éramos

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