Mordi o lábio inferior quando o vi encostado no batente da porta, mexendo nos botões da camisa. — Você quer que o papai faça amor com você? Ele perguntou. — Estamos doentes. Pensei, assustada, mas assenti enquanto caminhava na sua direção, tirando os sapatos e o vestido que eu vestia. — Eu amo a sua pele. Ele sussurrou, deslizando as mãos por baixo da minha calcinha para tocar as minhas coxas. — É tão macia. — Faça amor comigo aqui. Implorei quando ele abaixou as alças do meu sutiã. — Quero ser a primeira a usar este lugar com você. — Eu também, Violeta. Ele respondeu. Nós dois nos movemos lenta e cuidadosamente em direção ao tapete. Terminamos de nos despir, trocando sorrisos cúmplices e olhares intensos, e quando finalmente nos deitamos, tive uma ideia maluca. — Sim, faça isso, me

