Finalmente, pararam em frente a uma propriedade que parecia suspensa no tempo: uma casa robusta de pedra e madeira, cercada por hectares de prados ondulados e um celeiro que exalava o aroma reconfortante de feno fresco. — O que é isso, Sebastian? Perguntou Mia, saindo do carro enquanto o vento bagunçava os seus cabelos. Os seus olhos brilhavam com uma emoção que parecia transbordar. Sebastian aproximou-se dela e pegou a sua mão, entrelaçando os seus dedos com uma força recém-descoberta, uma força que não buscava possuir, mas sim acompanhar. Ele afundou o nariz no pescoço de Mia, e ela sorriu. — Esta é a nossa casa. Ele respondeu, respirando o ar puro da montanha, longe de todas as más lembranças da cidade. — Comprei esta fazenda para nós. Aqui não haverá juízes, nem imprensa, nem traiçõ

