CAPÍTULO 92 DG Narrando Eu não conseguia acreditar no que tinha acontecido, o Grego tinha me arrastado para fora da casa da mãe de Fernanda, como se eu fosse um cachorro que ia avançar naquela velha, — mas era fod@ não fazer isso quando aquela mulher continuava tratando a Fernanda daquele jeito e me tratando como algum tipo de demônio. O Grego me jogou no sofá assim que chegamos na casa dele. Ele andava de um lado para o outro, como se precisasse pensar antes de falar e quando parou na minha frente, a mão dele parou no meu ombro. Grego - Você não é assim DG, eu sou o explosivo aqui, sou eu quem normalmente não tem limites. Você é o cara consciente que resolve as coisas do jeito certo, ta ligado? Mais que porr@! DG - Como você espera que eu engula as merd@s que ela falou na cara da

