Breno O quarto m*l iluminado tava do jeito que eu gosto: silencioso, tenso, só o barulho dos meus golpes ecoando enquanto eu descontava cada segundo de humilhação que a Gaby me fez passar. Ela tava caída no chão, tentando se proteger, mas não tinha como. O corpo dela já tava todo marcado, as roupas rasgadas… obra minha. Obra merecida. O Pavão tava encostado na parede, com aquele sorriso nojento no canto da boca, assistindo tudo como se fosse um espetáculo. — Breno: Do jeito que eu tô deixando tua princesa, Arcanjo… — rosnei, acertando mais um soco enquanto o cinto pendia da minha mão. O sangue dela começou a pingar no chão. Aquilo me fez pegar o celular em cima da mesa. Minha mão tremia, mas não era nervoso, não. Era raiva misturada com satisfação. Cheguei perto dela. A Gaby tava com

