Arcanjo Depois do açaí e do papo na praça, a Gaby já tava encostada no meu braço, toda manhosa. O céu lá no alto do morro já tava pintado de laranja, mas eu só conseguia prestar atenção nela. Arcanjo: Bora pra casa, princesa? — falei baixinho, ajeitando o cabelo dela atrás da orelha. Gabrielly: Vamos — respondeu com aquele sorrisinho tímido que me desmonta por dentro. O morro inteiro já tinha percebido que a gente tinha voltado a ficar junto. Eu sei que tá cedo, mas já quero pedir ela em namoro. Quero fazer a Gabrielly feliz. E eu não fazia questão nenhuma de esconder — ela era minha. E quem tivesse algum problema com isso, que falasse na minha cara. Quando a gente virou a esquina da rua dela, dei logo de cara com quem eu menos queria ver: Dayane. Encostada num poste, toda monta

