Impossível… Antônio está morto – eu falei, sentindo o peito apertar. – Ele morreu há anos. Acreditamos que tudo tenha sido armado e que ele não esteja realmente morto – Kaio disse, firme, olhando-me nos olhos. Não tem como… – eu disse, nervosa. – Ele jamais mataria a própria filha. Será que não? – ele retrucou, encarando-me. – De qualquer forma, vamos organizar uma operação para invadir o Morro do Alemão em, no máximo, cinco meses. Cinco meses? – perguntei, incrédula. – Se você sabe que ele está vivo, por que esperar tanto? Porque é uma operação delicada – respondeu. – Perdemos muitos homens antes. Lembra do Morro da Santa Marta? Levou meses para pacificá-lo, e só conseguimos com muito planejamento. Queremos o mesmo para o Alemão. Nada disso vai trazer minha filha de volta. Não sei p

