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823 Palavras

Malu narrando Estou sentada na calçada nos fundos da penitenciária, com um saco de gelo pressionado contra meu rosto. As lágrimas descem sem parar, meu rosto está inchado e dolorido, e o sangue ainda escorre pelo canto da boca. Um carro freia ao meu lado, dando uma buzinada. Com dificuldade, me levanto e abro a porta, vendo PH ao volante. Entro e coloco o cinto, ele me encara, mas não diz nada. — Toda quinta-feira, depois da meia-noite, esteja pronta — ele fala. — Você vai até a penitenciária encontrá-lo. Não respondo. Apenas mantenho o saco de gelo no rosto, a raiva borbulhando por dentro. Minha mente se recusa a aceitar a humilhação que passei. — Obrigada — digo baixinho quando ele estaciona em frente à casa de Rd. — Quer um conselho? — ele pergunta, sério. — Às vezes é melhor cede

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