Capítulo 32 Malu narrando Subi correndo as escadas até a casa de Rd. Meu coração parecia um tambor desgovernado, e minhas pernas quase não respondiam. Entrei no quarto, bati a porta com força e a trancando. Apoiei as costas contra a madeira, tentando recuperar o fôlego. Minhas mãos tremiam quando peguei o celular escondido e o liguei. O número de Kaio foi direto, e, em segundos, a voz dele atravessou a linha: — Oi. — Mataram um garoto… disseram que era seu informante. — As palavras saíram quase sem ar. — Não, não era. — A resposta dele veio firme. — Você já sabe? — perguntei, confusa. — Já sei. — O tom era grave. — Por isso precisamos prender eles. Acabar com essas mortes sem sentido. — Eu fiquei nervosa… — confessei, mordendo os lábios. — Fica tranquila. Vai descansar. Dorme. —

