Dia seguinte

426 Palavras
Não consegui dormir depois dessa noite horrível que tive. ele me machucou,me usou e depois mandou eu sair do quarto. joguei a roupa que ele rasgou fora,era minha roupa de trabalho,e vesti a roupa de ir embora. Eu não volto aqui nunca mais,vou ligar pra empresa e pedir troca, claro que não vou falar o que aconteceu, até porque ele ameaçou minha família ontem e não sei só que esse homem é capaz. pego minhas coisas depois de me arrumar e saio do quarto em direção a saída. Passo pelo corredor que liga a sala de jantar com a saída dos funcionários e a cozinha. ele está lá tomando café, me encara e eu abaixo a cabeça e ameaço seguir andando só que uma voz autoritária me para. _Onde pensa que vai? não digo nada mas continuo imóvel pois pareço está em choque só com a presença dele. _Não acredito que ficou surda de ontem para hoje? anda responda. _minha rendição já chegou,estou indo pra casa. falo quase inaudível porém ele escuta muito bem. _sente-se comigo e tome café. depois o motorista irá te levar em casa. _Não tenho fome e também não é necessário, vou pegar o metrô. ele bate na parede bem ao meu lado me assustando e ao mesmo tempo me encurralando entre a parede,com a mão fechada ainda em forma de soco grudada na parede ele começa a falar: _Por que você não pode simplesmente obedecer o que eu falo? essa sua mania de discordar me deixa puto. senta nessa p***a dessa cadeira e tome café comigo. sem ter o que fazer eu sento e fico ali imóvel com uma lágrima descendo em meu rosto involuntariamente. e logo ele percebe. _Você agora vai ter uma vida diferente de antes, acho melhor se acostumar. se souber me agradar terá tudo que quiser. continuo calada. Ele põe suco no meu copo e manda eu tomar e comer algo. eu tomo o suco tremendo inteira. fica me olhando como se soubesse os meus pensamentos mais profundos e é torturante. porém logo depois ele se levanta e sai , só ouço dizer: _o motorista vai te esperar,eu te levaria mas você está muito tensa. senti um leve sarcasmo na sua voz. espero alguns minutos e saio, não fui cm o motorista,embora o motorista insistisse muito. peguei o metrô e fui em direção a minha casa decidida a nunca mais colocar os pés naquela casa. quando chego ligo para a empresa me mudar de residência pois não me adaptei a casa. consegui resolver e fiquei mais tranquila.
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