Talvez a verdadeira questão fosse: ainda conseguiria imaginar a vida sem o sacerdócio e sem Poppy? Eu decidi desistir por causa do meu amor por ela, mas depois que tomei a decisão, senti todos esses outros futuros potenciais se desenrolando na minha frente. Futuros inspiradores, inebriantes e revigorantes. Havia tantas maneiras de servir a Deus, e se fosse disso que se tratava? Não sobre unir Poppy e eu, mas sobre me tirar da bolha confortável que criei para mim? Uma bolha onde eu não poderia fazer muito e sempre teria uma desculpa para não sonhar maior e melhor, uma bolha onde era fácil cultivar a estagnação em nome do serviço humilde. Muitas das coisas que eu queria fazer quando era mais jovem, coisas como Poppy fazia, como longas viagens missionárias, tornaram-se impossíveis depois qu

