Não conseguir dormir por que não parava de pensar no que havia acontecido entre eu e Carlos. Sei lá, foi tão estranho e legal ao mesmo tempo.( ela ficou com o Carlos em uma balada e depois eles transaram dentro do carro )
Levantei cedo, tomei café e fui varrer a frente da minha casa. Enquanto varria, Maria se aproximou de mim.
- Oi Ashley. - Ela falou.
- Oi. - Respondi sem dá a minima importância para ela.
- Vou morar aqui. - Ela continuou falando.
- Legal. - Falei segurando a vassoura.
- E ah estou grávida, mas acho que isso você já sabia. - Ela falou dando um leve sorriso.
- Legal. - Falei. - Mas eu ainda não entendo, o que eu tenho haver com isso? - Questionei.
- Tudo. - Ela falou depois de uma longa pausa. - Você é uma inspiração para mim. - Ela falou e eu ri.
- Inspiração? - Indaguei.
- É sim, toda vez que olho para você. - Ela pausou. - Eu lembro que o que meu, sempre será meu. - Ela falou e as veias do meu rosto, haviam se alterado.
- Que bom, que eu ajudei você. - Falei. - Aceita um conselho? - Perguntei.
- Sim. - Ela falou.
- Cuidado, para ele não descobrir que o filho não é dele. - Falei e o rosto dela mudou, eu havia jogado verde, mas parece que o que eu falei tinha um fundo de verdade.
Ela saiu furiosa, e eu fiquei curiosa. Resolvi ir na casa de Carlos, nunca tinha ido lá, mas eu precisava conversar com ele, sobre o que aconteceu ontem. Parei em frente a casa dele, e o medo havia congelado as minhas pernas bem ali. Pensei em voltar, mas era tarde Carlos já tinha me visto.
- Ash. - Ele falou e o seu rosto era angelical e ao mesmo tempo ele tinha algo viril.
- Oi. - Falei sem graça.
- O que você está fazendo por aqui? - Ele perguntou.
- Eu estava passando por aqui, e resolvi parar para dizer um "oi". - Falei escondendo um fio de cabelo atrás da orelha.
- Quer entrar? - Ele falou apontando para a sua casa.
- Tudo bem! - Falei, eu estava muito curiosa para conhecer a casa dele.
Entramos e a mãe dele estava na cozinha, ele me levou até ela e me apresentou. Nos olhamos e sorrimos, e ela continuou lavando a louça. Ele me puxou para subir uma escada.
- Esse aqui é o meu quarto. - Ele falou abrindo a porta. Observei bem e o quarto dele, era tão organizado, mas organizado que o meu.
- Ele é bem legal. - Falei dando um leve sorriso.
- Senta. - Ele falou apontando para a cama e eu o obedeci.
- É estranho, nos conhecemos a tanto tempo e eu nunca tinha visto o seu quarto. - Falei.
- Você é a primeira que entra aqui. - Ele falou enquanto me olhava.
- Sei, você deve trazer tantas meninas aqui. - Falei. - Você não me engana.
- Eu não estou mentindo. - Ele falou e suspirou. - Meu quarto, é um lugar sagrado para mim. - Ele falou e eu sorri.
- E o que me faz tão especial assim? - Perguntei. - Para você me deixar entrar aqui? - Terminei.
- Eu confio em você. - Ele falou e nos olhamos, e uma corrente passou pelo o meu corpo, e acho que aconteceu a mesma coisa com ele, por que no mesmo instante nos agarramos. Ele ficou por cima de mim, então começamos a nos beijar. Eu coloquei minha mão por debaixo da camisa dele, e arranhei de leve as suas costas. Ele desceu os beijos, retirou a minha blusa e o sutiã e começou a morder o bico dos meus s***s.
- Oh. - Sussurrei de prazer. Ele abaixou a minha saia, e penetrou. Ele fazia movimentos vai e vem, e eu me contorcia de prazer. Eu apertava cada vez mais as minhas unhas nas costas dele, e o seu rosto demonstrava que ele gostava daquilo. Nos encostamos mais, e então gozamos, ele deitou do meu lado e eu coloquei minha cabeça sobre o corpo dele.
Ficamos em silêncio por um tempo, e eu comecei a pensar que eu e David, nunca tivemos um silêncio desse. Era tudo tão rápido, que eu não conseguia aproveitar aquele momento.
- É melhor eu ir. - Falei colocando a minha blusa.
- Não, fica aqui para o jantar. - Ele falou dando leves beijos no meu pescoço.
- Não vai dá, eu prometi para a minha coroa que voltava logo. - Falei e dei um selinho nele. Desci as escadas, e Carlos veio atrás de mim, me despedi da mãe dele e sai.
- Até a escola. - Ele falou.
- Até. - Falei e um leve sorriso surgiu no meu rosto.
Chegando em casa, tomei um susto. Meu irmão estava sentado no sofá.
- Você aqui? - Perguntei o abraçando.
- Mamãe me convidou. - Ele falou e eu estava mais assustada.
- Oi filha. - Minha mãe se aproximou. - Família reunida. - Ela falou.
- Mãe a senhora está bem? - Perguntei.
- Estou ótima. - Ela falou.
- E cadê o papai? - Perguntei.
- Ele conseguiu um trabalho, daqui a pouco chega! - Ela falou e eu sorri.
(...)
Meu pai chegou, então todos fomos jantar e o silêncio reinava, e eu resolvi tomar a iniciativa.
- O que está acontecendo aqui?- Perguntei.
- Nada. - Minha mãe falou.
- Não venha com essa, até ontem o meu irmão era uma aberração. - Falei.
- Nós pensamos e resolvemos perdoá-lo. - Meu Pai falou.
- Perdoá-lo? - Indaguei. - Pelo quê? Por ser ele mesmo? - Perguntei furiosa.
- Sim. - Minha mãe disse.
- E um jantar vai resolver tudo? Você acha que ele vai esquecer a humilhação que vocês fizeram ele passar? - Perguntei.
- Ash deixa pra lá, é bom saber que eles me aceitam. - Meu irmão disse.
- Deixa pra lá? - Perguntei o fitando.
- Por favor. - Ele insistiu e eu me acalmei.SE PREPAREM
Não conseguir dormir por que não parava de pensar no que havia acontecido entre eu e Carlos. Sei lá, foi tão estranho e legal ao mesmo tempo.
Levantei cedo, tomei café e fui varrer a frente da minha casa. Enquanto varria, Maria se aproximou de mim.
- Oi Ashley. - Ela falou.
- Oi. - Respondi sem dá a minima importância para ela.
- Vou morar aqui. - Ela continuou falando.
- Legal. - Falei segurando a vassoura.
- E ah estou grávida, mas acho que isso você já sabia. - Ela falou dando um leve sorriso.
- Legal. - Falei. - Mas eu ainda não entendo, o que eu tenho haver com isso? - Questionei.
- Tudo. - Ela falou depois de uma longa pausa. - Você é uma inspiração para mim. - Ela falou e eu ri.
- Inspiração? - Indaguei.
- É sim, toda vez que olho para você. - Ela pausou. - Eu lembro que o que meu, sempre será meu. - Ela falou e as veias do meu rosto, haviam se alterado.
- Que bom, que eu ajudei você. - Falei. - Aceita um conselho? - Perguntei.
- Sim. - Ela falou.
- Cuidado, para ele não descobrir que o filho não é dele. - Falei e o rosto dela mudou, eu havia jogado verde, mas parece que o que eu falei tinha um fundo de verdade.
Ela saiu furiosa, e eu fiquei curiosa. Resolvi ir na casa de Carlos, nunca tinha ido lá, mas eu precisava conversar com ele, sobre o que aconteceu ontem. Parei em frente a casa dele, e o medo havia congelado as minhas pernas bem ali. Pensei em voltar, mas era tarde Carlos já tinha me visto.
- Ash. - Ele falou e o seu rosto era angelical e ao mesmo tempo ele tinha algo viril.
- Oi. - Falei sem graça.
- O que você está fazendo por aqui? - Ele perguntou.
- Eu estava passando por aqui, e resolvi parar para dizer um "oi". - Falei escondendo um fio de cabelo atrás da orelha.
- Quer entrar? - Ele falou apontando para a sua casa.
- Tudo bem! - Falei, eu estava muito curiosa para conhecer a casa dele.
Entramos e a mãe dele estava na cozinha, ele me levou até ela e me apresentou. Nos olhamos e sorrimos, e ela continuou lavando a louça. Ele me puxou para subir uma escada.
- Esse aqui é o meu quarto. - Ele falou abrindo a porta. Observei bem e o quarto dele, era tão organizado, mas organizado que o meu.
- Ele é bem legal. - Falei dando um leve sorriso.
- Senta. - Ele falou apontando para a cama e eu o obedeci.
- É estranho, nos conhecemos a tanto tempo e eu nunca tinha visto o seu quarto. - Falei.
- Você é a primeira que entra aqui. - Ele falou enquanto me olhava.
- Sei, você deve trazer tantas meninas aqui. - Falei. - Você não me engana.
- Eu não estou mentindo. - Ele falou e suspirou. - Meu quarto, é um lugar sagrado para mim. - Ele falou e eu sorri.
- E o que me faz tão especial assim? - Perguntei. - Para você me deixar entrar aqui? - Terminei.
- Eu confio em você. - Ele falou e nos olhamos, e uma corrente passou pelo o meu corpo, e acho que aconteceu a mesma coisa com ele, por que no mesmo instante nos agarramos. Ele ficou por cima de mim, então começamos a nos beijar. Eu coloquei minha mão por debaixo da camisa dele, e arranhei de leve as suas costas. Ele desceu os beijos, retirou a minha blusa e o sutiã e começou a morder o bico dos meus s***s.
- Oh. - Sussurrei de prazer. Ele abaixou a minha saia, e penetrou. Ele fazia movimentos vai e vem, e eu me contorcia de prazer. Eu apertava cada vez mais as minhas unhas nas costas dele, e o seu rosto demonstrava que ele gostava daquilo. Nos encostamos mais, e então gozamos, ele deitou do meu lado e eu coloquei minha cabeça sobre o corpo dele.
Ficamos em silêncio por um tempo, e eu comecei a pensar que eu e David, nunca tivemos um silêncio desse. Era tudo tão rápido, que eu não conseguia aproveitar aquele momento.
- É melhor eu ir. - Falei colocando a minha blusa.
- Não, fica aqui para o jantar. - Ele falou dando leves beijos no meu pescoço.
- Não vai dá, eu prometi para a minha coroa que voltava logo. - Falei e dei um selinho nele. Desci as escadas, e Carlos veio atrás de mim, me despedi da mãe dele e sai.
- Até a escola. - Ele falou.
- Até. - Falei e um leve sorriso surgiu no meu rosto.
Chegando em casa, tomei um susto. Meu irmão estava sentado no sofá.
- Você aqui? - Perguntei o abraçando.
- Mamãe me convidou. - Ele falou e eu estava mais assustada.
- Oi filha. - Minha mãe se aproximou. - Família reunida. - Ela falou.
- Mãe a senhora está bem? - Perguntei.
- Estou ótima. - Ela falou.
- E cadê o papai? - Perguntei.
- Ele conseguiu um trabalho, daqui a pouco chega! - Ela falou e eu sorri.