Aaron
Percebo que ela está quase a ponto de me bater, vejo por seu rosto lindo que não gosta nada da minha atitude, mas estou gostando do efeito que estou causando nela, se fosse fácil ou indiferente eu não estaria tão entusiasmado com essa brincadeira.
— Ah seu e******o de merda! Levante-se daí agora. – ela está prestes a me bater, quando ouvimos vindo da frente da sala, a professora, Senhora Lills chamando a nossa atenção.
— Já chega, vocês dois. Senhor Cross levante-se e deixe a Senhorita Millar passar e vamos começar a aula logo. – Levanto-me e deixo que ela passe, só que sinto uma leve pontada de decepção por não poder continuar meu joguinho.
Quando ainda estou de pé que ela passa ao meu lado, vejo perfeitamente sua bela b***a, ah, como queria apertar e dar umas palmadas até ver ficar vermelha. Depois que ela já está sentada eu percebo uma coisa, estou com uma ereção enorme, acho que nunca fiquei com o p*u tão duro só de olhar pra b***a de uma garota. p***a, e agora o que eu vou fazer? Tomara que ninguém perceba o que tá acontecendo aqui embaixo, se bem que um cara com 1,90 de altura com uma ereção monstro na calça, dentro de uma sala de aula, talvez não passe tão despercebido assim.
Sento no meu lugar e tento me mexer o mínimo, mesmo tentando arrumar meu p*u dentro da calça, que tá quase explodindo e ficar perto dessa garota linda ainda por cima, com cheiro de chocolate e morango, me faz ter vontade de comê-la aqui mesmo no meio da sala. Tento me concentrar ao máximo no que a professora tá falando, mas só consigo pensar nessa garota com essa bela boca carnuda ao redor do meu p*u.
Como não consigo me concentrar e meu mano ainda por cima não entrou na sala, preciso me virar sozinho. Nesses casos eu pediria ajuda pra ele, só que o cara só pensa em mulher. É um “homem p*u” mesmo, só pensa com a cabeça de baixo enquanto a de cima continua oca, ou ocupada com mulher, música e bebida. Resolvo me retirar da sala, sei que faltam cinco minutos para o sinal tocar, então digo que vou ao banheiro e resolver a situação por lá.
Entro no banheiro quase explodindo, sabia que se eu não me aliviasse logo ia ter o caso de bolas azuis do século. Enquanto me masturbo penso nela, em seu cheiro e quão bom pode ser seu gosto, como deve ser perfeito seu corpo, me imagino passando a mão em suas curvas, tocando seus s***s e consigo ouvir até seus gemidos gostosos. Chego ao prazer pensando em como vai ser bom tê-la só para mim enquanto goza e grita meu nome de tanto prazer.
Nesse momento o sinal toca e fico feliz que não será preciso voltar e continuar dentro daquela sala mais algum tempo, felizmente temos alguns minutos de intervalo antes das próximas aulas começarem, mas acabo lembrando que disse para o meu irmão que ia ficar esperando ele na sala. Vou rápido pra sala, mas no meu caminho vejo meu irmão falando com alguém, enquanto algumas pessoas passam por ele, pela forma que ele está se comportando, aposto que já ta tentando seduzir mais alguma garota, pela sua desenvoltura percebo que ele ta usando o seu lado mais tímido e envergonhado, esse cara não tem jeito. Me apresso pra falar com ele e contar o lance da garota Millar.
— Hey, mano acabo de conhecer ... – mas paro quando vejo que é justamente com ela que ele tá falando. Ah mano, sinto muito mais essa mina é minha. Dou um sorriso malicioso e continuo. – ah, vejo que já conheceu a Srta. Esquentadinha. Cuidado hein, ela é um pouco agressiva e ríspida. – viro-me e falo: — Dominatrix conheça meu irmão Andrew Ryan Cross. Andy essa é a Pandora esquentadinha, ela tem um humor dos infernos. E pode estar certo que ela vai tentar bater em você. – digo entre risos.
Sei que ela não está gostando da situação nem um pouco, pois está me fuzilando com olhar e confesso que gosto muito de tudo isso, provocá-la me deixa muito animado e acredite ou não, mas já me deixa de louco vê-la tão aborrecida e afetada pelas minhas provocações.
Depois de quase me bater novamente, percebo que ela fala com meu irmão e faz sua melhor cara de boas-vindas.
– Seja bem-vindo Andy, é um prazer te conhecer, se precisar de alguma coisa é só me chamar tá bom. – Diz.
Dá um beijinho no rosto dele me deixando de boca aberta, como é que ela pode fazer isso e ainda me manda aquele olhar “chupa essa, i****a”. Juro que naquela hora eu tive vontade de dar na cara do meu irmão, o babaca ainda por cima ficou babando em cima da mina. Eu a quero e eu sei que ela vai ser minha.
Olhando pra meu irmão i****a que ainda ta paradão babando, dou um soco o braço dele.
– p***a Andy, acorda cara e para com isso tá! Pode tirar o olho que eu vi essa gata primeiro e ela vai ser minha, só minha. — digo. Avisando logo, pra o cara não ficar nem sequer pensando em ter uma esperança, felizmente a gente se respeita e do mesmo jeito que eu não mexo com as gatas que ele quer pegar, ele também não faz isso comigo. Mas se ele fizesse, com certeza ia sair briga por causa dessa aí.
— Ah, Benny sei não, essa Pandora é muito gostosa, viu que b***a perfeita ela tem. – fala todo engraçadinho. Se o panaca do meu irmão soubesse da ereção monstro que eu tive que ficar exibindo por aí durante um bom tempo por causa dessa b***a, iria rir de mim o resto dos meus dias. Melhor eu me calar.
— Cala a boca Andy, vai procurar outra garota cara, que ela já tem dono. – digo, sentindo que serei o cara que vai fazer essa garota perder esse ar marrento e fazê-la virar massinha de modelar em minhas mãos.
— Ih cara, tá se achando né mano, pelo que eu vi ela prefere atirar no próprio pé, a ficar com você no mesmo lugar. Deu até a impressão de que ela queria te estrangular ou coisa do tipo. Parece-me que ela realmente te quer... Mas bem longe. – falou gargalhando antes de segurar no meu ombro.
— f**a-se cara! Eu a quero, e vou fazer o que for preciso pra ter aquela mina gemendo embaixo de mim e gritando o meu nome de prazer enquanto eu dou a ela a melhor f**a que ela pode ter na vida.
Nesse meio tempo caminhamos e conversamos sobre algumas coisas banais e também sobre o que estamos achando da escola e o meu irmão como sempre fala das garotas que ele já teve a oportunidade de conhecer e até tirar uma casquinha. Chegamos ao pátio e me deparo com uma gritaria violenta muitas pessoas aglomeradas em um círculo e quando tento passar pelas pessoas sei que se trata de uma briga, mas não imaginava que se tratava de Pandora e Liza.
Puta merda!
Não consigo acreditar no que vejo, Liza está praticamente desmaiada no chão enquanto Pandora bate nela sem dó. Pobre Liza tá quase inconsciente e já não tem mais forças para reagir a qualquer golpe que venha em direção a ela e agora só apanha. c****e! Nunca me senti tão e******o em relação a uma garota como estou agora, nunca pensei que uma garota batendo na outra fosse tão quente, até agora.
Sou tirado de minhas fantasias quentes e devaneios pelo meu irmão, quando ele cutuca minhas costelas eu o olho e vejo um pedido silencioso para acabar com aquilo. Então passei rapidamente pelas pessoas e quando Pandora está prestes a dar o golpe de misericórdia e deixar Liza totalmente inconsciente, puxo-a para longe da garota. Ela se debate esbraveja feito uma louca e tenho que colocar um pouco de força para que ela não faça uma loucura.
Quando acho que a situação está sob controle ela se desvencilhou do meu braço e me deu uma cotovelada bem nas minhas costelas, o que me faz sentir certa dor e soltar o aperto que tenho sobre ela. Nesse momento ela rapidamente agarra meu braço e empurra contra a parede com uma força descomunal para uma garota e torce meu braço, o que me faz sibilar de dor.
— O que diabos você acha que está fazendo seu filho da p**a?! – pergunta entredentes. Rapidamente me virei e ficamos de frente um para o outro, segurei seu quadril e a puxo para mim.
— c*****o dominatrix! Você é osso duro de roer hein! Que mulher violenta, adorei. – falo.
Essa mulher me deixa sem palavras tá na cara. Ela é diferente das outras garotas que eu conheci, mas ela tem algo secreto e especial, como se fosse algo obscuro e sombrio que em parte assusta pra c****e a merda fora de mim. Só que essa parte também me faz querer ficar perto dela, esse seu mau humor e sinceridade me atraem demais.
Sou tirado de meus pensamentos quando sinto sua mão descendo até minha calça e segurando suavemente as minhas bolas. p***a! É impossível não soltar um suspiro de satisfação.
— Eu sabia que você não era tão malvada assim, que era tudo fachada para se defender. – Mas então ela aperta minhas bolas ao ponto de dor, e eu quase acho que vou desmaiar de tanta dor, trinco os dentes para suportar seu aperto sabendo que quando ela acabar não vou ser capaz de gerar nenhum filho. Essa mulher acaba de me capar com as próprias mãos.
Puta que pariu c*****o, p***a que dor dos infernos. Tô lascado c****e.
— Mas que p***a você acha que ta acontecendo seu bastardo do c*****o. Eu nunca vou te acariciar i****a. É bom você ficar longe de mim ou eu vou arrancar suas bolas e fazer você engolir, babaca. – diz.
Quando estou pronto pra chorar igual uma garotinha assustada e dizer que vou fazer qualquer coisa contanto que ela solte minhas bolas e me deixe nas minhas lamúrias por saber que jamais vou ter filhos lindos como eu porque ela quase arranca minhas bolas, solto um gemido que mais parece de prazer que dor. Ouço a risada de Andy e quando levanto meu olhar, o babaca ri de mim a todo vapor. Maldito i****a vou bater a merda fora dele quando eu me livrar dessa garota violenta.
De quebra pra piorar a situação o i****a vai e faz um comentário. “você me paga mano, vou arrancar esse seu sorriso de comedor de merda por fazer isso comigo junto com essa louca.”
– Melhor você obedecê-la mano, ela te tem pelas bolas. Literalmente. – i****a de merda.
E ainda por cima ela se vira para o cara e sorri, enquanto diz que gostou dele. Espera p***a! que merda toda é essa, ela é minha, tem que gostar de mim e não desse meu mano babaca. Confesso que sinto uma pontada de ciúme se formando, mas guardo para mim. dominatrix fala que eles podem ser amigos e me ameaça dizendo que arrancará minhas bolas, em um gesto protetor seguro meu lugar dolorido enquanto ela quase cola no Andy ,sorri, abraça e beija seu rosto.
Porra!
Antes de sair me ameaça mais uma vez da mesma forma de antes, e se dirige para longe de nós.
Viro-me para meu irmão e aviso logo de uma vez o que ta me deixando de cabeça quente.
— Andy, vou logo te avisar, fica longe dela. Ela é minha e não tente nada ou eu vou arrancar a sua pele e esse seu sorriso de merda do rosto. – falo.
— Calma cara, eu não vou chegar perto dela, já que você faz tanta questão de tê-la, tudo bem…. – e ergue as mãos em um gesto defensivo. – mas ela não acabou de quase arrancar suas bolas e você ainda vai tentar alguma coisa, mano realmente você ta louco. — finaliza
— Não importa o que eu tenho que fazer, eu vou ter essa garota para mim. E as minhas bolas doloridas só me fazem querer mais e mais. Não importa como, mas eu quero ver essa força e resistência toda na minha cama, embaixo de mim e pedindo mais. – falo com uma sombra de sorriso em meus lábios, já pensando no que vou fazer pra ter essa garota de joelhos.
Depois disso seguimos para o restante de nossas aulas, felizmente não tenho mais problema algum e depois seguimos para casa.
Entrando em casa vi Ty sair da cozinha com uma garrafa de bud.
— Hey caras, que bom que vocês chegaram. Tava mesmo querendo falar com os dois. – fala. Penso comigo mesmo que se fosse uma coisa muito séria, ele não estaria relaxado tomando cerveja nem a p*u, então não vejo com quê se preocupar.
— Então cara fala de uma vez, hoje foi um dia difícil do c*****o e eu preciso de um banho. – falei me jogando no sofá.
— A parada é a seguinte manos, eu conheci uma gatinha. Ela é modelo e disse que tem uma amiga que tem uma boate, dessas bem frequentadas e eu sei que vocês querem expandir esse negócio de DJ e eu disse que vocês iam tocar nesse lugar hoje à noite. Espero realmente que vocês não percam esse trabalho. Ela me ligou faz alguns minutos e disse que já tá tudo certo e que a dona paga bem. – fala ele enquanto encara ambos com expectativa.
— E que lugar é esse Ty? Espero que seja realmente badalado. – pergunto já começando a ficar interessado.
— A Midnight Apple. – fala como se fosse ali na esquina e ele fosse lá todos os dias tomar um drink e dançar.
Puta merda!
Midnight Apple é só a boate mais famosa da cidade, só os melhores tocam naquele lugar, nunca fui lá, não sei nem quem é o dono, melhor dizendo, dona.
Nesse tempo Andy tinha ido até a cozinha para pegar um copo de água e vinha bebendo, quando ele ouviu que a gente ia tocar na MA, ele cuspiu o maior jato d'água da história da humanidade. Seguida de uma engasgada lendária que quase fez o coitado botar os pulmões na porta da frente. Certamente para servir de tapete.
E eu? Naquele momento estava de pé e ia justamente sentar quando aquelas palavras saíram de sua boca. Errei o assento do sofá e caí de b***a no chão e fiquei lá só abrindo a boca feito um peixe fora d' água. E p***a, eu não sabia o que dizer. Levantei do chão ainda calado e olhei para Andy com olhos arregalados. Ainda não consegui acreditar.
— Ty mano me diz que você não tá tirando uma com a nossa cara? – será que ele tá mesmo falando a verdade? Pensando bem, olhando direito ele está sério e eu realmente quero acreditar nisso.
— Fala alguma coisa Andy, vai ficar aí parado? – falo.
— Cara eu nem sei o que dizer! – exclama Andy ainda surpreso e tossindo um pouco. – Mas cara eu não acho que se ele tiver falando a verdade, isso vá ser um problema. Eu sou muito gostoso e as minas me amam. Se você tá cagando só por causa disso, então fica em casa chorando as pitangas, enquanto eu fico com a fama e as gatinhas. – ri.
Do nada me atiro pra cima do Ty, e abraço ele.
— Sai pra lá moleque, você tá parecendo um maluco. Cai fora. – fala me empurrando, mas sei que está sorrindo.
Nessa hora ouço um pigarrear e percebo Andy ao nosso lado com um sorriso de orelha a orelha.
— Então caras, vamos nos preparar. Alguma coisa me diz que essa noite vai ser memorável. – sai na frente subindo as escadas. E de fato, sinto que ele tem razão, essa festa vai mudar nossas vidas para sempre.