Portas

636 Palavras
Acordo e eu estava jogada ao lado do corpo de Jackson, não estava amarrada tinha uma plástico cobrindo a mim e a Jackson,eu estava tentando entender porque eu estava alí ? porque eu não estava amarrada como sempre? Será.. séria que eles acham que eu morri? E se eu morri ? Mais logo esse pensamento saí de minha cabeça quando me levanto e sinto toda a dor em cada canto do meu corpo, era como ser alguém tivesse enfiado a mão dentro de mim e puxado todos os meus órgãos a dor inexplicável. Mais por algum motivo tive forças para me arrastar e ir até a porta do cômodo pequeno e olha o resto do porão para saber se alguém estava alí. Quando percebi que não havia ninguém me arrasto até a porta de saída e tento abri a mesma mais sem sucesso então decido procurar por algo para tentar abri-la Não sei como e nem o que eu estava conseguindo me manter de pé e nem de onde vinha a vontade de viver e sair daquele lugar,com muito esforço consegui quebra a fechadura e abrir a porta. Fico alguns minutos encarando a longa escada e decido subir com muita dificuldade. Assim que chego ao último degrau abro a porta e vejo uma lavanderia velha,olho para uma mini janela essa poderia ser minha esperança mais decido ir até aparte de cima da casa, então subo uma pequena escada e abro a porta. Eu estava com medo muito medo que ele estivesse ali mais com todo o barulho que fiz era notável a ausência deles mais mesmo assim estava com medo. Logo me direciono a porta da frente que estava trancada então vou até a cozinha e para minha sorte a porta estava destrancada,nesse momento uma onda de emoções se alastrou por todo meu corpo minhas lágrimas insistiam em cair mais me concentrei em caminha para mais longe daquele lugar. Eu não sabia exatamente onde ir estava de noite e a única luz que existia era da lua que brilhava a quela noite sombria,ali só tinha mato árvores gigantes. direciono meu olhar para a frente da casa e vejo uma estrada então meu pensamento deixou bem claro que eu deveria ficar longe da estrada,mesmo que eu morresse por qualquer canto da quela floresta densa e sombria era melhor que cair novamente nas garras daqueles animais imundos. Mais uma vez me vem a mente a pergunta do porque eu estava sendo forte mesmo com toda aquela dor eu ainda sim conseguia caminhar..horas se passaram e o sol já estava anunciando sua chegada em todo esse tempo eu não parei para descansar eu não queria para pós o medo era grande eu sabia que se eu parasse morreria de uma vez..mais algumas horas se passou e avisto uma estrada então resolvi caminhar sobre ela mesmo com a possibilidade de que eles me encontrassem eu precisava tentar encontrar alguém para me ajudar.. naquela altura eiu já não estava me importando com meu corpo nú ferido se sujo eu só queria ser ajudada.. Depois de um longo tempo caminhando por essa estrada vazia escuto alguém chamar "Moça você quer ajuda" nesse momento me perguntei se estava a delirar pós não escutei nenhum som de carro ou coisa parecida,eu andava lentamente me arrastando na verdade.depois de ouvir essas palavras parei e o medo tomou conta do meu corpo me viro lentamente para encarar quem havia me chamado e encaro um homem pálido com cabelo meio acinzentado, e logo atrás estava seu carro,meu coração quase parou em ver que não era nenhum daqueles homens mais mesmo assim tive medo que pudesse ser outro louco. Nesse momento enquanto sinto e penso respiro aliviada meu corpo se entrega ao esgotamento e caio ao chão vendo o homem tirar seu casaco e correr em minha direção.
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