Emily não tinha vontade para nada, ainda. E para piorar sua situação, não conseguia esquecer as caricias de Perseu. As lembranças daquela tarde insistiam em se infiltrar em sua mente. E causavam sentimentos conflitantes, quanto ao dever e o prazer. O dever era para com Adam, no caso, de ela se casar com ele, quando o encontrassem. E o prazer era para com Perseu, que lhe causava sensações que ela nunca havia experimentado em vida. Nenhum cavaleiro havia lhe tocado ou roubado um beijo. Adam somente a beijara de forma casta e uma vez se excedeu. E Perseu havia avançado quase todas as etapas com ela. E isso a martirizava, pois ela se sentia culpada por deseja-lo tanto. Odiava Perseu por isso, por lhe tirar a racionalidade e a fazer pensar em estar em seus braços. Deveria estar preocupada em en

