— Christopher. Ela geme, cravando as unhas nas minhas costas enquanto eu a penetro cuidadosamente. — Você... não fez isso? Pergunto, atônito, sentindo o quão apertada ela está e vendo a dor no seu rosto. — Não importa. Ela sussurra. — Isso... — Claro que importa. Respondo, mas não tento me afastar. — Você deveria ter me contado. — Teria mudado alguma coisa? Ela resmunga. — Não. Afirmo. — Teríamos acabado assim. Sem dizer uma palavra, e com o rosto dela a milímetros do meu, deslizo para dentro dela. Os preservativos que o hotel fornece estão esquecidos na mesa de cabeceira, mas não consigo pensar direito, e a última coisa que quero fazer é abri-los. Cássia joga a cabeça para trás, oferecendo-me o pescoço. Quando estou completamente dentro dela, ela entrelaça as pernas em volta de mim

